2 Coríntios 11:26 - Em viagens muitas vezes, em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos dos da minha nação, em perigos dos gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre os falsos irmãos.
EM VIAGENS MUITAS VEZES. Como missionário transcultural, Paulo tinha que executar seus trabalhos missionários em várias partes do mundo. Por isso que foi consagrado pela história do cristianismo como um dos maiores missionário dos tempos da igreja primitiva, isso porque, evangelizou toda a Europa, Ásia e em outras partes do mundo civilizado de sua época. Estava sempre viajando e pregando.
EM PERIGOS DE RIOS, EM PERIGO DE SALTEADORES. Muitas vezes teve que atravessar o mar mediterrâneo, mas também viajou muitas vezes pelos rios, como principais vias de transporte daquela época. E em muitos lugares tinham as gangues de salteadores, ladrões e bandidos que viviam a saltear os barcos e navios, como também nas estradas, por onde viajavam as pessoas, em suas mais diversas atividades.
EM PERIGO DOS DA MINHA NAÇÃO. Em defesa do judaísmo, religião oficial dos judeus, foi que os compatriotas de Paulo lhe perseguiram. Os judeus, tendo crucificado e matado o Senhor Jesus, depois disto passaram a perseguir a todos os seguidores do cristianismo. Como Paulo era uma das principais lideranças do cristianismo no mundo gentílico, aonde ele chegava com o evangelho, os judeus o perseguiam sempre.
EM PERIGO DOS GENTIOS. Certamente, o escritor se reporta sobre o império romano, que em todos os lugares por onde Paulo passava pregando o evangelho de Cristo, as autoridades romanas o perseguiam. Bem como sobre os falsos líderes das seitas heréticas do paganismo, que se sentiam ameaçadas pelo evangelho pregado por Paulo, que fazia com que as pessoas deixassem o paganismo pelo cristianismo.
EM PERIGOS NA CIDADE, EM PERIGOS NO DESERTO. As cidades antigas eram totalmente controladas pelas autoridades romanas, bem como pelas autoridades religiosas locais. Como os trabalhos de Paulo era levar o evangelho as pessoas, então ele buscava evangelizar na zona urbana, porem, muitas vezes tinha que sair fugindo para os desertos para não ser morto, pelos seus adversários que o perseguiam.
EM PERIGOS NO MAR. Não há dúvida que o apóstolo dos gentios se reporta sobre o Mar Mediterrâneo, que era uma via de acesso da Palestina para a Europa e também para a Ásia, aliais, essa era a única rota a ser tomada. Além de que, Paulo teve que fazer muitas viagens na Ásia Menor entre suas cidades, e isso era feito atravessando o mar. Muitas dessas viagens eram feitas enfrentando tempestades e os piratas.
EM PERIGO ENTRE OS FALSOS IRMÃOS. A igreja de Corinto era um exemplo de como Paulo teve que enfrentar muitas perseguições dos falsos irmãos, que se infiltravam no meio do povo de Deus para investirem contra o apóstolo dos gentios. Muitas das lideranças de Jerusalém, depois que descobriram que Paulo já havia fundado muitas comunidades cristãs no mundo gentílico, passaram a invadir os campos missionários de Paulo, e com isso, se levantavam contra a pessoa de Paulo e o seu ministério.
Comentário Expositivo do Novo Testamento - Neste perfil, fazemos a exposição exegética de cada versículo, frases e palavras, com detalhes. Este comentário não é um tratado teológico para acadêmicos, mas sim para os leitores amantes da palavra de Deus. Usamos uma linguagem bem compreensível para quem ainda não é profundo no conhecimento bíblico. Qualquer membro do corpo de Cristo tem a capacidade de aprender com os ensinos simples deste Comentário Expositivo do Novo Testamento.
quinta-feira, 2 de novembro de 2017
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
2 Coríntios 11:24-25
2 Coríntios 11:24-25 - Recebi dos judeus cinco quarentenas de açoites menos um. Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio, uma noite e um dia passei no abismo.
RECEBI. Pelos irmãos da igreja de Cristo que estava em Corinto, nem precisava de tal relatório que o autor passa a expor, até porque todos conheciam seu testemunho de como já havia sofrido pelo nome de Cristo e por pregar o evangelho das boas novas por onde passava. Mas, os comentaristas concordam de que, o escritor está fazendo seu relatório por escrito, para que os líderes da igreja local de Corinto tivessem provas reais do testemunho que Paulo já havia dado pessoalmente em todas as igrejas.
DOS JUDEUS. Antes de se converter ao cristianismo, o apóstolo dos gentios fazia parte do tradicional judaísmo, que era a religião dos judeus, e como fariseu que era, defendia a unhas e dentes sua religião. Porem, tendo se convertido ao verdadeiro cristianismo, os seus compatriotas passaram a ser seus maiores perseguidores, isso porque, com muito mais zelo, Paulo passou a pregar sobre sua nova religião.
CINCO QUARENTENAS DE AÇÕES MENOS UM. A lei de Moisés estabelecia as regras para o castigo de açoites em Deuteronômio 25:1-3 - Quando houver contenda entre alguns, e vierem a juízo, para que os julguem, ao justo justificarão, e ao injusto condenarão. E será que, se o injusto merecer açoites, o juiz o fará deitar-se, para que seja açoitado diante de si; segundo a sua culpa, será o número de açoites. Quarenta açoites lhe fará dar, não mais; para que, porventura, se lhe fizer dar mais açoites do que estes, teu irmão não fique envilecido aos teus olhos.
TRÊS VEZES FOI ACOITADO COM VARAS. Já este tipo de castigo era aplicado pelas autoridades romanas, geralmente a quem infligisse às leis de Roma. Segundo a colocação feita pelo autor, os romanos eram seus segundos maiores inimigos, isso porque, o cristianismo não foi aceito como religião até o ano de 312 de nossa era cristã, quando Constantino fez o casamento entre o estado e a igreja de Cristo Jesus.
UMA VEZ FOI APEDREJADO. É perfeitamente provável que Paulo se reporte ao que Lucas escreveu em Atos 14:19 - Sobrevieram, porém, uns judeus de Antioquia e de Icônio que, tendo convencido a multidão, apedrejaram a Paulo e o arrastaram para fora da cidade, cuidando que estava morto. Não fora o milagre de Deus, Paulo já era.
TRÊS VEZES SOFRI NAUFRÁGIO. Como o apóstolo dos gentios era um missionário transcultural, e, portanto, tinha que viajar para vários países em suas atividades evangelísticas, e naquela época, o principal meio de transporte eram os navios. Assim sendo, não há dúvida que Paulo tenha enfrentado várias situações perigosas nos mares. Estes naufrágios não são os registrados em atos capítulo vinte e sete.
UMA NOITE E UM DIA PASSEI NO ABISMO. A história do profeta Jonas nos fala sobre algo parecido, quando se diz que ele foi submergido ao inferno. Porem, neste caso de Paulo, não quer dizer a mesma coisa, mas é que o apóstolo dos gentios, por conta destes naufrágios que ele teve que passar, em algum deles, teve que ficar a boiar sobre a água do mar, distante das margens, flutuando a deriva, sem rumo nem tino.
RECEBI. Pelos irmãos da igreja de Cristo que estava em Corinto, nem precisava de tal relatório que o autor passa a expor, até porque todos conheciam seu testemunho de como já havia sofrido pelo nome de Cristo e por pregar o evangelho das boas novas por onde passava. Mas, os comentaristas concordam de que, o escritor está fazendo seu relatório por escrito, para que os líderes da igreja local de Corinto tivessem provas reais do testemunho que Paulo já havia dado pessoalmente em todas as igrejas.
DOS JUDEUS. Antes de se converter ao cristianismo, o apóstolo dos gentios fazia parte do tradicional judaísmo, que era a religião dos judeus, e como fariseu que era, defendia a unhas e dentes sua religião. Porem, tendo se convertido ao verdadeiro cristianismo, os seus compatriotas passaram a ser seus maiores perseguidores, isso porque, com muito mais zelo, Paulo passou a pregar sobre sua nova religião.
CINCO QUARENTENAS DE AÇÕES MENOS UM. A lei de Moisés estabelecia as regras para o castigo de açoites em Deuteronômio 25:1-3 - Quando houver contenda entre alguns, e vierem a juízo, para que os julguem, ao justo justificarão, e ao injusto condenarão. E será que, se o injusto merecer açoites, o juiz o fará deitar-se, para que seja açoitado diante de si; segundo a sua culpa, será o número de açoites. Quarenta açoites lhe fará dar, não mais; para que, porventura, se lhe fizer dar mais açoites do que estes, teu irmão não fique envilecido aos teus olhos.
TRÊS VEZES FOI ACOITADO COM VARAS. Já este tipo de castigo era aplicado pelas autoridades romanas, geralmente a quem infligisse às leis de Roma. Segundo a colocação feita pelo autor, os romanos eram seus segundos maiores inimigos, isso porque, o cristianismo não foi aceito como religião até o ano de 312 de nossa era cristã, quando Constantino fez o casamento entre o estado e a igreja de Cristo Jesus.
UMA VEZ FOI APEDREJADO. É perfeitamente provável que Paulo se reporte ao que Lucas escreveu em Atos 14:19 - Sobrevieram, porém, uns judeus de Antioquia e de Icônio que, tendo convencido a multidão, apedrejaram a Paulo e o arrastaram para fora da cidade, cuidando que estava morto. Não fora o milagre de Deus, Paulo já era.
TRÊS VEZES SOFRI NAUFRÁGIO. Como o apóstolo dos gentios era um missionário transcultural, e, portanto, tinha que viajar para vários países em suas atividades evangelísticas, e naquela época, o principal meio de transporte eram os navios. Assim sendo, não há dúvida que Paulo tenha enfrentado várias situações perigosas nos mares. Estes naufrágios não são os registrados em atos capítulo vinte e sete.
UMA NOITE E UM DIA PASSEI NO ABISMO. A história do profeta Jonas nos fala sobre algo parecido, quando se diz que ele foi submergido ao inferno. Porem, neste caso de Paulo, não quer dizer a mesma coisa, mas é que o apóstolo dos gentios, por conta destes naufrágios que ele teve que passar, em algum deles, teve que ficar a boiar sobre a água do mar, distante das margens, flutuando a deriva, sem rumo nem tino.
2 Coríntios 11:23
2 Coríntios 11:23 - São ministros de Cristo? (falo como fora de mim) eu ainda mais: em trabalhos, muito mais; em açoites, mais do que eles; em prisões, muito mais; em perigo de morte, muitas vezes.
SÃO MINISTROS DE CRISTO? Paulo não está afirmando que seus adversários são ministros de Cristo, ele está fazendo uma pergunta, isso porque eram eles que se declaravam ministros de Cristo. Neste mesmo capítulo o escritor os classifica de falsos apóstolos e obreiros fraudulentos, porque era assim que se comportavam tais falsos mestres. Agora, Paulo sim, já tinha dado suas provas de que era um verdadeiro ministro de Cristo, semeando as boas novas do evangelho libertador em Corinto e outros lugares.
FALO COMO FORA DE MIM. Duas coisas são necessárias se destacar nesta colocação do escritor, primeira que, ele estava furioso com os seus oponentes, que na igreja de Corinto estavam tentando manchar sua imagem. Depois, ele se refere a sua insensatez, pelo fato de que passa a se gloriar dos seus trabalhos realizados em prol do reino de Cristo e das tribulações que já havia suportado, por ser um autêntico ministro de Cristo.
EU AINDA MAIS. A própria igreja do Senhor Jesus que estava na cidade de Corinto sabia o quanto o apóstolo Paulo já havia provado de que era um autêntico ministro de Cristo e do evangelho da nova dispensação da graça de Deus. Enquanto os líderes de Jerusalém faziam seus trabalhos apenas para com os judeus, Paulo estava percorrendo, praticamente sozinha, as demais nações do mundo de sua época, com o evangelho.
EM TRABLHOS, MUITO MAIS. O apóstolo dos gentios era incansável em suas atividades evangelísticas, pregando as boas novas de Cristo em todas as partes do mundo civilizado de sua época, além de cuidar dos trabalhos de discipulado dos novos convertidos. Ao fazer missões em uma cidade, ganhando vidas para o reino de Cristo, o missionário só partia para outra localidade, quando preparava obreiros locais para cuidarem da igreja.
EM AÇOITES, MAIS DO QUE ELES. O tal do açoite era um tipo de castigo aplicado contra quem infligisse determinadas regras do judaísmo, no caso dos judeus. Mas também era um tipo de punição aplicada ao cidadão romano, pela quebra das leis do império. Dos judeus, Paulo afirma que foi açoitado cinco vezes, de trinta e nove açoites. Apesar de não concentrar suas atividades nos judeus, mas Paulo representava uma ameaça ao judaísmo.
EM PRISÕES, MUITO MAIS. Alguns comentaristas falam em sete aprisionamentos sofridos por Paulo, desde que se converteu ao cristianismo, e por conta de ser um ministro do evangelho de Cristo. No entanto, pelo menos cinco deles são comprovadas pelo Novo Testamento e confirmadas pelos fatos históricos da tradição do cristianismo. Uma em Jerusalém, uma em Cesaréia, uma em Filipos, e duas em Roma. Isso é fato.
EM PERIGO DE MORTE, MUITAS VEZES. Depois de Jesus, Paulo foi um dos líderes da igreja primitiva que mais passou por sofrimentos pelo evangelho de que se dá conta a história do cristianismo. Isso porque o apóstolo dos gentios foi pioneiro em fundar comunidades cristãs em todo o mundo, e com isso passou a representar uma ameaça para as demais religiões mais antigas. Desta forma, os líderes do judaísmo e das demais seitas pagãs passaram a persegui-lo de forma implacável.
SÃO MINISTROS DE CRISTO? Paulo não está afirmando que seus adversários são ministros de Cristo, ele está fazendo uma pergunta, isso porque eram eles que se declaravam ministros de Cristo. Neste mesmo capítulo o escritor os classifica de falsos apóstolos e obreiros fraudulentos, porque era assim que se comportavam tais falsos mestres. Agora, Paulo sim, já tinha dado suas provas de que era um verdadeiro ministro de Cristo, semeando as boas novas do evangelho libertador em Corinto e outros lugares.
FALO COMO FORA DE MIM. Duas coisas são necessárias se destacar nesta colocação do escritor, primeira que, ele estava furioso com os seus oponentes, que na igreja de Corinto estavam tentando manchar sua imagem. Depois, ele se refere a sua insensatez, pelo fato de que passa a se gloriar dos seus trabalhos realizados em prol do reino de Cristo e das tribulações que já havia suportado, por ser um autêntico ministro de Cristo.
EU AINDA MAIS. A própria igreja do Senhor Jesus que estava na cidade de Corinto sabia o quanto o apóstolo Paulo já havia provado de que era um autêntico ministro de Cristo e do evangelho da nova dispensação da graça de Deus. Enquanto os líderes de Jerusalém faziam seus trabalhos apenas para com os judeus, Paulo estava percorrendo, praticamente sozinha, as demais nações do mundo de sua época, com o evangelho.
EM TRABLHOS, MUITO MAIS. O apóstolo dos gentios era incansável em suas atividades evangelísticas, pregando as boas novas de Cristo em todas as partes do mundo civilizado de sua época, além de cuidar dos trabalhos de discipulado dos novos convertidos. Ao fazer missões em uma cidade, ganhando vidas para o reino de Cristo, o missionário só partia para outra localidade, quando preparava obreiros locais para cuidarem da igreja.
EM AÇOITES, MAIS DO QUE ELES. O tal do açoite era um tipo de castigo aplicado contra quem infligisse determinadas regras do judaísmo, no caso dos judeus. Mas também era um tipo de punição aplicada ao cidadão romano, pela quebra das leis do império. Dos judeus, Paulo afirma que foi açoitado cinco vezes, de trinta e nove açoites. Apesar de não concentrar suas atividades nos judeus, mas Paulo representava uma ameaça ao judaísmo.
EM PRISÕES, MUITO MAIS. Alguns comentaristas falam em sete aprisionamentos sofridos por Paulo, desde que se converteu ao cristianismo, e por conta de ser um ministro do evangelho de Cristo. No entanto, pelo menos cinco deles são comprovadas pelo Novo Testamento e confirmadas pelos fatos históricos da tradição do cristianismo. Uma em Jerusalém, uma em Cesaréia, uma em Filipos, e duas em Roma. Isso é fato.
EM PERIGO DE MORTE, MUITAS VEZES. Depois de Jesus, Paulo foi um dos líderes da igreja primitiva que mais passou por sofrimentos pelo evangelho de que se dá conta a história do cristianismo. Isso porque o apóstolo dos gentios foi pioneiro em fundar comunidades cristãs em todo o mundo, e com isso passou a representar uma ameaça para as demais religiões mais antigas. Desta forma, os líderes do judaísmo e das demais seitas pagãs passaram a persegui-lo de forma implacável.
terça-feira, 31 de outubro de 2017
2 Coríntios 11:22
2 Coríntios 11:22 - São hebreus? também eu. São israelitas? também eu. São descendência de Abraão? também eu.
SÃO. O autor fala a respeito dos seus algozes adversários na igreja de Cristo que estava na cidade de Corinto, mais que praticamente em todas as igrejas fundadas por ele, também existiam. Principalmente depois que as lideranças da igreja matriz descobriram que já existiam muitas igrejas fundadas pelo apóstolo dos gentios no mundo gentílico. Sem contar que após a destruição de Jerusalém, todas as lideranças cristãs de Israel passaram a invadir os campos missionários transculturais de Paulo.
HEBREUS. Paulo não nega que os seus oponentes naquela igreja fossem pessoas que estavam ligadas ao povo de Deus por seu idioma. Apesar de que, nesta mesma época, não mais se falava o hebraico nas terras de Israel. Isso porque depois dos cativeiros babilônico e assírio, os judeus deixaram de falar o hebraico clássico, e passaram a falar o aramaico, que era um dialeto siríaco, e outros o grego.
TAMBÉM EU. Existiam várias formas de identificar a nacionalidade de uma pessoa, das quais, o escritor cita três delas neste texto bíblico, que era: Pelo idioma falado pela pessoa, pelo seu país de origem, e depois pela sua descendência. Quanto ao idioma falado por Paulo, ele também falava a mesma língua dos seus oponentes, e desta forma, eles não poderiam dizer que eram superiores ao apóstolo dos gentios.
SÃO ISRAELITAS. Depois da entrada dos filhos de Israel na terra prometida de Canaã, havia um grande esforço dos judeus, no sentido de evitarem que os filhos de Israel se misturassem com as demais nações do mundo. Todavia, com as deportações do povo judeu para Babilônia e para o reino Medo Persa, então, com o retorno deles a terra de Israel, ficou difícil saber quem era um verdadeiro israelita, que não se misturou.
TAMBÉM EU. Paulo podia dizer que era um verdadeiro israelita, porque certamente ele era filho de pai judeu e mãe judia, e assim sendo, ele tinha nacionalidade de Israel o país de Cristo Jesus. Uma das acusações que os inimigos de Paulo faziam contra ele era de que, ele havia perdido a sua cidadania israelita, por ter deixado Israel pelo mundo gentílico, além é claro de ter deixado o judaísmo, religião oficial de Israel pelo cristianismo da incircuncisão, diferente do cristianismo da circuncisão.
SÃO DESCENDENTES. Uma das coisas que os judeus mais presavam era justamente as suas raízes genealógicas. Os historiadores nos fazem saber que em Jerusalém, que era a capital federal de Israel haviam enormes bibliotecas públicas com os registros genealógico do povo judeu. A título de hoje, são os mórmon que tem este costume de guardarem com muito cuidado seus registros genealógicos, onde eles moram.
DE ABRAÃO, TAMBÉM EU. Os opositores de Paulo em Corinto se ufanavam de serem descendentes de Abraão, uma das mais proeminentes figuras da história dos hebreus. Para um verdadeiro israelita, ser chamado de descendente de Abraão, era a mesma coisa de dizer que, era uma pessoa que tinha aliança com Deus, uma vez que, para os judeus, a verdadeira religião monoteísta nasceu com o grande patriarca Abraão, amigo de Deus. Com Paulo não era diferente, ele era da tribo de Benjamim, dos hebreus.
SÃO. O autor fala a respeito dos seus algozes adversários na igreja de Cristo que estava na cidade de Corinto, mais que praticamente em todas as igrejas fundadas por ele, também existiam. Principalmente depois que as lideranças da igreja matriz descobriram que já existiam muitas igrejas fundadas pelo apóstolo dos gentios no mundo gentílico. Sem contar que após a destruição de Jerusalém, todas as lideranças cristãs de Israel passaram a invadir os campos missionários transculturais de Paulo.
HEBREUS. Paulo não nega que os seus oponentes naquela igreja fossem pessoas que estavam ligadas ao povo de Deus por seu idioma. Apesar de que, nesta mesma época, não mais se falava o hebraico nas terras de Israel. Isso porque depois dos cativeiros babilônico e assírio, os judeus deixaram de falar o hebraico clássico, e passaram a falar o aramaico, que era um dialeto siríaco, e outros o grego.
TAMBÉM EU. Existiam várias formas de identificar a nacionalidade de uma pessoa, das quais, o escritor cita três delas neste texto bíblico, que era: Pelo idioma falado pela pessoa, pelo seu país de origem, e depois pela sua descendência. Quanto ao idioma falado por Paulo, ele também falava a mesma língua dos seus oponentes, e desta forma, eles não poderiam dizer que eram superiores ao apóstolo dos gentios.
SÃO ISRAELITAS. Depois da entrada dos filhos de Israel na terra prometida de Canaã, havia um grande esforço dos judeus, no sentido de evitarem que os filhos de Israel se misturassem com as demais nações do mundo. Todavia, com as deportações do povo judeu para Babilônia e para o reino Medo Persa, então, com o retorno deles a terra de Israel, ficou difícil saber quem era um verdadeiro israelita, que não se misturou.
TAMBÉM EU. Paulo podia dizer que era um verdadeiro israelita, porque certamente ele era filho de pai judeu e mãe judia, e assim sendo, ele tinha nacionalidade de Israel o país de Cristo Jesus. Uma das acusações que os inimigos de Paulo faziam contra ele era de que, ele havia perdido a sua cidadania israelita, por ter deixado Israel pelo mundo gentílico, além é claro de ter deixado o judaísmo, religião oficial de Israel pelo cristianismo da incircuncisão, diferente do cristianismo da circuncisão.
SÃO DESCENDENTES. Uma das coisas que os judeus mais presavam era justamente as suas raízes genealógicas. Os historiadores nos fazem saber que em Jerusalém, que era a capital federal de Israel haviam enormes bibliotecas públicas com os registros genealógico do povo judeu. A título de hoje, são os mórmon que tem este costume de guardarem com muito cuidado seus registros genealógicos, onde eles moram.
DE ABRAÃO, TAMBÉM EU. Os opositores de Paulo em Corinto se ufanavam de serem descendentes de Abraão, uma das mais proeminentes figuras da história dos hebreus. Para um verdadeiro israelita, ser chamado de descendente de Abraão, era a mesma coisa de dizer que, era uma pessoa que tinha aliança com Deus, uma vez que, para os judeus, a verdadeira religião monoteísta nasceu com o grande patriarca Abraão, amigo de Deus. Com Paulo não era diferente, ele era da tribo de Benjamim, dos hebreus.
segunda-feira, 30 de outubro de 2017
2 Coríntios 11:21
2 Coríntios 11:21 - Envergonhado o digo, como se nós fôssemos fracos, mas no que qualquer tem ousadia (com insensatez falo) também eu tenho ousadia.
ENVERGONHADO O DIGO. A palavra ideal que o autor desta carta quis dizer foi “decepção”, o fundador principal da comunidade cristã de Corinto se sentia absolutamente contrariado por saber que estavam rasgando seu nome naquela igreja, e ninguém tomava nenhuma atitude em defendê-lo, mesmo sabendo que o apóstolo dos gentios estava sendo injustiçado pelos seus algozes adversários. Além de que, Paulo estava ausente, sem, no entanto, poder se defender das acusações contra ele.
COMO SE NÓS FÔSSEMOS. Todas as acusações feitas pelos oponentes de Paulo contra sua pessoa, e principalmente contra seu ministério e autoridade apostólica não passavam de calunias inventadas, por aqueles que desejavam tomar seu lugar como líder daquela comunidade cristã. Os falsos mestres que estavam se infiltrando naquela igreja, nada tinham feito para que ela existisse, mas queriam ser líder dela.
FRACOS. Uma das acusações feitas pelos obreiros fraudulentos contra o apóstolo dos gentios era de que ele havia abandonado a comunidade cristã de Corinto. Essa era uma calúnia desavergonhada, uma vez que, Paulo passou um bom tempo juntamente com os novos convertidos daquela cidade, depois voltou a fazer mais uma longa visita, além de sempre se comunicar com os líderes locais daquela igreja por cartas.
MAS NO QUE QUALQUER TEM. Os oponentes de Paulo naquela igreja se apresentavam como sendo superiores ao próprio Paulo, por afirmarem que estavam vindo de Jerusalém, que contavam com o apoio das principais lideranças da igreja matriz e que eram os reis da cocada preta, para assumirem a liderança da igreja cristã de Corinto. Estes elementos nocivos à obra de Deus estavam tomados de inveja dos trabalhos prósperos que Paulo vinha executando no mundo gentílico. Isso é fato.
OUSADIA. Além de mostrarem suas credenciais de apóstolos de Cristo, que para Paulo, não passavam de falsos apóstolos, estes mesmos falsos pregadores se apresentavam como bons em oratórias, como os mestres da retórica filosóficas dos gregos. É tanto que, assim como os mestres da oratória cobravam pelos seus discursos, da mesma forma estes obreiros fraudulentos cobravam por suas pregações e serviços cristãos.
COM INSENSATEZ FALO. Paulo fala desta forma, sobre si mesmo, não que ele estivesse agindo como um louco, mas neste ato de se defender, ele usava de falar sobre o que de fato ele representava na obra de Deus, o que para ele, nem deveria estar fazendo, porque ele mesmo diz que se alguém deve se gloriar, que assim o faça, mas no Senhor, e não no que é merecedor ou por causa de suas capacidades intelectuais.
TAMBÉM EU TENHO OUSADIA. Essa ousadia da parte do escritor diz respeito ao seu testemunho com justiça, do que ele fez pelo próprio povo de Deus de Corinto, além dos avançados trabalhos de evangelismo, que a anos o apóstolo dos gentios vinha executando em prol do evangelho de Cristo. Nenhum outro dos apóstolos de Cristo foi tão eficaz em fazer missões transculturais, quanto o apóstolo Paulo. Por fim, o apóstolo dos gentios tinha autoridade para fazer sua defesa contra seus adversários.
ENVERGONHADO O DIGO. A palavra ideal que o autor desta carta quis dizer foi “decepção”, o fundador principal da comunidade cristã de Corinto se sentia absolutamente contrariado por saber que estavam rasgando seu nome naquela igreja, e ninguém tomava nenhuma atitude em defendê-lo, mesmo sabendo que o apóstolo dos gentios estava sendo injustiçado pelos seus algozes adversários. Além de que, Paulo estava ausente, sem, no entanto, poder se defender das acusações contra ele.
COMO SE NÓS FÔSSEMOS. Todas as acusações feitas pelos oponentes de Paulo contra sua pessoa, e principalmente contra seu ministério e autoridade apostólica não passavam de calunias inventadas, por aqueles que desejavam tomar seu lugar como líder daquela comunidade cristã. Os falsos mestres que estavam se infiltrando naquela igreja, nada tinham feito para que ela existisse, mas queriam ser líder dela.
FRACOS. Uma das acusações feitas pelos obreiros fraudulentos contra o apóstolo dos gentios era de que ele havia abandonado a comunidade cristã de Corinto. Essa era uma calúnia desavergonhada, uma vez que, Paulo passou um bom tempo juntamente com os novos convertidos daquela cidade, depois voltou a fazer mais uma longa visita, além de sempre se comunicar com os líderes locais daquela igreja por cartas.
MAS NO QUE QUALQUER TEM. Os oponentes de Paulo naquela igreja se apresentavam como sendo superiores ao próprio Paulo, por afirmarem que estavam vindo de Jerusalém, que contavam com o apoio das principais lideranças da igreja matriz e que eram os reis da cocada preta, para assumirem a liderança da igreja cristã de Corinto. Estes elementos nocivos à obra de Deus estavam tomados de inveja dos trabalhos prósperos que Paulo vinha executando no mundo gentílico. Isso é fato.
OUSADIA. Além de mostrarem suas credenciais de apóstolos de Cristo, que para Paulo, não passavam de falsos apóstolos, estes mesmos falsos pregadores se apresentavam como bons em oratórias, como os mestres da retórica filosóficas dos gregos. É tanto que, assim como os mestres da oratória cobravam pelos seus discursos, da mesma forma estes obreiros fraudulentos cobravam por suas pregações e serviços cristãos.
COM INSENSATEZ FALO. Paulo fala desta forma, sobre si mesmo, não que ele estivesse agindo como um louco, mas neste ato de se defender, ele usava de falar sobre o que de fato ele representava na obra de Deus, o que para ele, nem deveria estar fazendo, porque ele mesmo diz que se alguém deve se gloriar, que assim o faça, mas no Senhor, e não no que é merecedor ou por causa de suas capacidades intelectuais.
TAMBÉM EU TENHO OUSADIA. Essa ousadia da parte do escritor diz respeito ao seu testemunho com justiça, do que ele fez pelo próprio povo de Deus de Corinto, além dos avançados trabalhos de evangelismo, que a anos o apóstolo dos gentios vinha executando em prol do evangelho de Cristo. Nenhum outro dos apóstolos de Cristo foi tão eficaz em fazer missões transculturais, quanto o apóstolo Paulo. Por fim, o apóstolo dos gentios tinha autoridade para fazer sua defesa contra seus adversários.
2 Coríntios 11:19-20
2 Coríntios 11:19-20 - Porque, sendo vós sensatos, de boa mente tolerais os insensatos. Pois sois sofredores, se alguém vos põe em servidão, se alguém vos devora, se alguém vos apanha, se alguém se exalta, se alguém vos fere no rosto.
PORQUE, SENDO VÓS SENSATOS. Enquanto alguém dizia na igreja de Corinto que Paulo era insensato, ele ao contrário chama aos seus leitores de pessoas inteligentes, de raciocínio perfeito, que agem dentro da razão e com sabedoria. Porque era justamente desta forma que o apóstolo dos gentios via seus filhos na fé. Sem se importar se os seus opositores estavam infiltrados naquela igreja tentando denegrir seu nome, sua imagem e principalmente seu ministério para com aquela igreja.
DE BOA MENTE TOLERAIS OS INSENSATOS. Agora, quanto aos seus adversários Paulo os classifica de insensatos, porque eles estavam agindo como pessoas loucas, indo contra a verdade, porque estavam sendo injustos contra o fundador daquela comunidade cristã. Há nesta frase do escritor, ainda que indiretamente, uma cutucada de leve, ao afirmar que os coríntios estavam sendo coniventes com seus opositores.
POIS SOIS SOFREDORES. Nem mesmo os que faziam parte daquela igreja tinham a percepção do quanto estavam sendo vítimas, daqueles falsos líderes que estavam se aproveitando dos irmãos, para tirarem proveito religioso deles. Por serem estes tais obreiros fraudulentos pessoas importantes do ministério da igreja matriz de Jerusalém, então os seguidores de Cristo não queriam tomar qualquer atitude oposta.
SE ALGUÉM VOS PÕE EM SERVIDÃO. Percebe-se nesta frase que, os falsos apóstolos que estavam infiltrados na igreja de Corinto eram do partido dos cristãos legalistas de Jerusalém, eles que tentavam a tudo custo, fazer com que os novos convertidos guardassem a legislação de Moisés, como se do judaísmo fizessem parte e não do cristianismo. Para Paulo, se submeter aos ditames da lei era um tipo de servidão.
SE ALGUÉM VOS DEVORA. Neste mesmo capítulo de sua carta Paulo pergunta: Pequei contra vós por ter vos pregado o evangelho de graça? Os obreiros fraudulentos que estavam rondando a igreja de Corinto, cobravam pelos seus serviços prestados a comunidade cristã, é o que se pode dizer sobre a venda das indulgências, ou seja, vender os serviços religiosos prestados ao próximo. É o chamado comercio da fé.
SE ALGUÉM VOS APANHA, SE ALGUÉM SE EXALTA. A observação de Paulo é que os irmãos estavam se tornando vítimas fáceis destes charlatões do outro evangelho, pregado pelos obreiros fraudulentos. E para encantar os mais simples, estes enganadores se exaltavam a se mesmos, se gabando de pertencerem às lideranças vindas da igreja matriz de Jerusalém, dizendo-se obreiros de Cristo, mas era falsários.
SE ALGUÉM VOS FERE NO ROSTO. Tudo que estava acontecendo, dos falos apóstolos e obreiros fraudulentos, contra a igreja de Cristo em Corinto era um tapa na cara, dos irmãos que se achavam tão inteligentes. O escritor percebe que os falsos mestres, que estavam enganando os líderes daquela igreja, usavam dos mais diversos artifícios para encantar ao povo de Deus, e com isso, ele sente a necessidade de dar uma sacudida naquela gente, dizendo: Acordo povo de Deus, vocês estão sendo enganados.
PORQUE, SENDO VÓS SENSATOS. Enquanto alguém dizia na igreja de Corinto que Paulo era insensato, ele ao contrário chama aos seus leitores de pessoas inteligentes, de raciocínio perfeito, que agem dentro da razão e com sabedoria. Porque era justamente desta forma que o apóstolo dos gentios via seus filhos na fé. Sem se importar se os seus opositores estavam infiltrados naquela igreja tentando denegrir seu nome, sua imagem e principalmente seu ministério para com aquela igreja.
DE BOA MENTE TOLERAIS OS INSENSATOS. Agora, quanto aos seus adversários Paulo os classifica de insensatos, porque eles estavam agindo como pessoas loucas, indo contra a verdade, porque estavam sendo injustos contra o fundador daquela comunidade cristã. Há nesta frase do escritor, ainda que indiretamente, uma cutucada de leve, ao afirmar que os coríntios estavam sendo coniventes com seus opositores.
POIS SOIS SOFREDORES. Nem mesmo os que faziam parte daquela igreja tinham a percepção do quanto estavam sendo vítimas, daqueles falsos líderes que estavam se aproveitando dos irmãos, para tirarem proveito religioso deles. Por serem estes tais obreiros fraudulentos pessoas importantes do ministério da igreja matriz de Jerusalém, então os seguidores de Cristo não queriam tomar qualquer atitude oposta.
SE ALGUÉM VOS PÕE EM SERVIDÃO. Percebe-se nesta frase que, os falsos apóstolos que estavam infiltrados na igreja de Corinto eram do partido dos cristãos legalistas de Jerusalém, eles que tentavam a tudo custo, fazer com que os novos convertidos guardassem a legislação de Moisés, como se do judaísmo fizessem parte e não do cristianismo. Para Paulo, se submeter aos ditames da lei era um tipo de servidão.
SE ALGUÉM VOS DEVORA. Neste mesmo capítulo de sua carta Paulo pergunta: Pequei contra vós por ter vos pregado o evangelho de graça? Os obreiros fraudulentos que estavam rondando a igreja de Corinto, cobravam pelos seus serviços prestados a comunidade cristã, é o que se pode dizer sobre a venda das indulgências, ou seja, vender os serviços religiosos prestados ao próximo. É o chamado comercio da fé.
SE ALGUÉM VOS APANHA, SE ALGUÉM SE EXALTA. A observação de Paulo é que os irmãos estavam se tornando vítimas fáceis destes charlatões do outro evangelho, pregado pelos obreiros fraudulentos. E para encantar os mais simples, estes enganadores se exaltavam a se mesmos, se gabando de pertencerem às lideranças vindas da igreja matriz de Jerusalém, dizendo-se obreiros de Cristo, mas era falsários.
SE ALGUÉM VOS FERE NO ROSTO. Tudo que estava acontecendo, dos falos apóstolos e obreiros fraudulentos, contra a igreja de Cristo em Corinto era um tapa na cara, dos irmãos que se achavam tão inteligentes. O escritor percebe que os falsos mestres, que estavam enganando os líderes daquela igreja, usavam dos mais diversos artifícios para encantar ao povo de Deus, e com isso, ele sente a necessidade de dar uma sacudida naquela gente, dizendo: Acordo povo de Deus, vocês estão sendo enganados.
domingo, 29 de outubro de 2017
2 Coríntios 11:17-18
2 Coríntios 11:17-18 - O que digo, não o digo segundo o Senhor, mas como por loucura, nesta confiança de gloriar-me. Pois que muitos se gloriam segundo a carne, eu também me gloriarei.
O QUE DIGO, NÃO O DIGO SEGUNDO O SENHOR. Em várias partes dos seus escritos, o apóstolo dos gentios fala esta mesma coisa, em que ele, no ato de sinceridade declara que está expondo suas ideias e não mandamentos ou ordenanças do Senhor. Baseados em declarações como estas é que alguns defendem que a bíblia contém a palavra de Deus e não que ela em sua totalidade seja a palavra de Deus. Este Senhor, sobre o qual fala o autor, diz respeito ao Senhor Jesus Cristo, que também é Rei dos reis.
MAS COMO POR LOUCORA. Não que o escritor estivesse realmente fora do seu juízo,
Mas, ele que admite que o fato de alguém se gloriar de si mesmo, seja uma insensatez. Paulo sabia que, se alguém deve se gloriar, que isso seja no Senhor e não em seus próprios argumentos. No entanto, os seus adversários estavam o forçando a agir com tamanha insensatez, bem como a reação dos seus leitores também.
NESTA CONFIANÇA. Agora, o apóstolo ameniza um pouco sua colocação, ao afirmar que tinha tal ousadia para falar um pouco sobre seu testemunho, de como Deus vinha tratando com ele, desde os primeiros momentos em que deixou o judaísmo pelo cristianismo. Esta confiança se entende como liberdade que o autor tinha diante da igreja de Corinto para expor seus argumentos, e isso como fundador daquela igreja.
DE GLORIAR-ME. O que Paulo passa a chamar de gloriar-se é o seu testemunho em defesa de sua autoridade apostólica. Autoridade esta que vinha sendo ameaçada pelos seus algozes adversários naquela igreja. O autor acha que não devia fazer isso, mas se fazia necessário demostrar porque ele se tornou o grande apóstolo dos gentios, dadas as suas experiências com Deus e tudo que já havia passado em seu ministério.
POIS QUE MUITOS SE GLORIAM. Se a igreja de Cristo estava aceitando que os oponentes de Paulo naquela igreja usassem de se gloriarem do que supostamente eram, por que não suportar o mesmo de Paulo. Os opositores de Paulo se vangloriavam de pertencerem e virem da igreja matriz de Jerusalém, diziam que eram apóstolos de Cristo e obreiros do Senhor. Com isso queriam desfazer de Paulo.
SEGUNDO A CARNE. O que os adversários de Paulo em Corinto estavam fazendo contra ele, não estavam agindo no espírito, mas sim pelas concupiscências da carne. Ao que tudo indica, estes opositores de Paulo se vangloriavam de suas estaturas, em detrimento aos aspectos físicos deficitários do apóstolo dos gentios. Ainda por cima se jactanciavam de serem judeus, de pertencerem à igreja matriz de Jerusalém.
EU TAMBÉM ME GLORIAREI. Na realidade, o escritor desta carta em nada era inferior aos seus oponentes, e isso ele passa a demostrar por meio de sua defesa e pela aprovação de Deus a sua chamada e ao seu ministério. Não que Paulo estivesse fazendo isso de boa vontade, e ele demonstra um certo peso de consciência nisto, mas se sentia pressionado a agir desta forma. Falar do que ele já havia passado de experiência de vida e com Deus, era uma forma de se defender das injustiças.
O QUE DIGO, NÃO O DIGO SEGUNDO O SENHOR. Em várias partes dos seus escritos, o apóstolo dos gentios fala esta mesma coisa, em que ele, no ato de sinceridade declara que está expondo suas ideias e não mandamentos ou ordenanças do Senhor. Baseados em declarações como estas é que alguns defendem que a bíblia contém a palavra de Deus e não que ela em sua totalidade seja a palavra de Deus. Este Senhor, sobre o qual fala o autor, diz respeito ao Senhor Jesus Cristo, que também é Rei dos reis.
MAS COMO POR LOUCORA. Não que o escritor estivesse realmente fora do seu juízo,
Mas, ele que admite que o fato de alguém se gloriar de si mesmo, seja uma insensatez. Paulo sabia que, se alguém deve se gloriar, que isso seja no Senhor e não em seus próprios argumentos. No entanto, os seus adversários estavam o forçando a agir com tamanha insensatez, bem como a reação dos seus leitores também.
NESTA CONFIANÇA. Agora, o apóstolo ameniza um pouco sua colocação, ao afirmar que tinha tal ousadia para falar um pouco sobre seu testemunho, de como Deus vinha tratando com ele, desde os primeiros momentos em que deixou o judaísmo pelo cristianismo. Esta confiança se entende como liberdade que o autor tinha diante da igreja de Corinto para expor seus argumentos, e isso como fundador daquela igreja.
DE GLORIAR-ME. O que Paulo passa a chamar de gloriar-se é o seu testemunho em defesa de sua autoridade apostólica. Autoridade esta que vinha sendo ameaçada pelos seus algozes adversários naquela igreja. O autor acha que não devia fazer isso, mas se fazia necessário demostrar porque ele se tornou o grande apóstolo dos gentios, dadas as suas experiências com Deus e tudo que já havia passado em seu ministério.
POIS QUE MUITOS SE GLORIAM. Se a igreja de Cristo estava aceitando que os oponentes de Paulo naquela igreja usassem de se gloriarem do que supostamente eram, por que não suportar o mesmo de Paulo. Os opositores de Paulo se vangloriavam de pertencerem e virem da igreja matriz de Jerusalém, diziam que eram apóstolos de Cristo e obreiros do Senhor. Com isso queriam desfazer de Paulo.
SEGUNDO A CARNE. O que os adversários de Paulo em Corinto estavam fazendo contra ele, não estavam agindo no espírito, mas sim pelas concupiscências da carne. Ao que tudo indica, estes opositores de Paulo se vangloriavam de suas estaturas, em detrimento aos aspectos físicos deficitários do apóstolo dos gentios. Ainda por cima se jactanciavam de serem judeus, de pertencerem à igreja matriz de Jerusalém.
EU TAMBÉM ME GLORIAREI. Na realidade, o escritor desta carta em nada era inferior aos seus oponentes, e isso ele passa a demostrar por meio de sua defesa e pela aprovação de Deus a sua chamada e ao seu ministério. Não que Paulo estivesse fazendo isso de boa vontade, e ele demonstra um certo peso de consciência nisto, mas se sentia pressionado a agir desta forma. Falar do que ele já havia passado de experiência de vida e com Deus, era uma forma de se defender das injustiças.
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