Tiago 3:5 - Assim também a língua é um pequeno membro, e gloria-se de grandes coisas. Vede quão grande bosque um pequeno fogo incendeia.
ASSIM TAMBÉM. O homem pela sua sabedoria tem condições de controlar um cavalo forte e veloz, por meio dos freios ou cabrestos, e desta forma cavalgar de forma tranquila sobre o campo. O ser humano, também consegue guiar um grande navio em alto mar, sendo açoitado pelas ondas fortes e os ventos impetuosos. Mas, em muitos casos não tem a capacidade de controlar as suas próprias palavras, quando usa a faculdade da fala para enganar o próximo e proferir palavras torpes.
A LÍNGUA. “A língua”, juntamente com as cordas vocais e o ar que sai dos nossos pulmões é um dos membros muito importante na faculdade da fala, porque ela modula e articula os sons produzidos nas cordas vocais, na arte de falar. Quando atentamos para a interpretação alegórica do texto, aprendemos que o autor se refere à voz humana, que quando usada para o que é certo e bom, pode edificar vidas. Mas quando usada de forma errada e maldosa pode causar grandes prejuízos.
É UM PEQUENO MEMBRO. Temos no corpo humano muitos e grandes membros, tais como a pele, que é o maior membro do nosso corpo, os ossos, que falam de nossa estrutura de sustentação, o sistema nervoso, que representam a nossa força e o equilíbrio, o sistema digestivo e muitos outros. Dentre tantos membros que compõem o nosso organismo, existe “um” que de tão importante representa a nossa expressão de sentimentos e vontades. A língua expõe o que somos e o que sentimos.
E GLORIA-SE. Os seres humanos que não fazem a vontade de Deus usam de suas palavras para se vangloriarem dos seus feitos e obras. Os ateus confessos ou não se utilizam da faculdade da fala para se gabarem do seu orgulho humano, em acharem de que são independentes, e que não precisam de Deus. Os incrédulos se vangloriam de sua sabedoria humana, de suas habilidades e astucias para se darem bem na vida e nos seus empreendimentos. Eles expressão sua prepotência por meio de suas palavras.
DE GRANDES COISAS. O egoísmo humano leva os ímpios a se gabarem de sua proezas e se vangloriarem dos seus feitos, como se eles fossem semideuses, e isso com o intuito de desprezarem o criador de todas as coisas. Os incrédulos sempre estão proferindo seus discursos vãos e se desbocando em mentiras para falarem daquilo que não são nem podem cumprir. Suas palavras são enganosas e torpes.
VEDE QUÃO GRANDE BUSQUE. Escutamos quase todos os dias, os noticiários informando sobre focos de incêndios em nosso país, ora porque o clima está muito seco, ora por falhas humanas ou em muitos casos, incêndios criminosos. Não é diferente com os falatórios difamadores, em que as pessoas vivem de falar da vida alheia e denegrirem o testemunho dos outros. As palavras vãs são destruidoras.
UM PEQUENO FOGO INCENDEIA. Basta uma pequena faísca, um pequeno fósforo ou algo parecido, para que se comece um incêndio de grandes proporções nas vegetações. É como uma mentira, um falso testemunho ou a difamação da vida de alguém, logo se alastra e sai destruindo e complicando a vida das pessoas.
Comentário Expositivo do Novo Testamento - Neste perfil, fazemos a exposição exegética de cada versículo, frases e palavras, com detalhes. Este comentário não é um tratado teológico para acadêmicos, mas sim para os leitores amantes da palavra de Deus. Usamos uma linguagem bem compreensível para quem ainda não é profundo no conhecimento bíblico. Qualquer membro do corpo de Cristo tem a capacidade de aprender com os ensinos simples deste Comentário Expositivo do Novo Testamento.
sábado, 28 de novembro de 2015
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Tiago 3:4
Tiago 3:4 - Vede também as naus que, sendo tão grandes, e levadas de impetuosos ventos, se viram com um bem pequeno leme para onde quer a vontade daquele que as governa.
VEDE TAMBÉM AS NAUS QUE. O autor esta se referindo aos grandes navios e embarcações que atravessam os mares e oceanos, o que hoje são chamados de transatlânticos de grandes portes. Assim como o cavalo é controlado pelo seu cavaleiro, por meio dos freios ou cabrestos, os grandes navios são controlados da mesma forma por um pequeno leme, por meio do qual é dirigido pelo seu comandante. Bem como a faculdade da fala deve ser controlada pelos pregadores.
SENDO TÃO GRANDES. O escritor não está escrevendo sobre uma pequena canoa ou um pequeno barquinho de passeio, mas ele esta se reportando as grandes embarcações, que têm a capacidade de carregar toneladas e mais toneladas de cargas grandes e pesadas. Temos um exemplo de um navio de grande porta no Novo Testamento, aquele que transportou o apóstolo Paulo para Malta, que carregava duzentas e sessenta e seis pessoas (Atos 27:37). Hoje existem navios muito maiores.
E LEVADAS DE IMPETUOSO VENTO. Além do tamanho das grandes embarcações, e por estarem flutuando sobre as águas, elas são açoitadas por impetuosos ventos, verdadeiras tempestades. A força dos ventos sacodem estas embarcações para todas as direções, além das grandes ondas que sacodem estes naus com incríveis forças, conforme a direção dos ventos. O escritor já havia passado por momentos de tempestades em alto mar, e sabia exatamente sobre o que estava escrevendo.
SE VIRAM COM UM BEM PEQUENO LEME. Comparado ao tamanho do navio, o leme é bem pequeno, mas que tem o poder e a capacidade de governar a grande embarcação, coisa que é admirável e posta em destaque pelo escritor. Não é diferente da faculdade da fala, em que ela deve ser controlada e dominada pelas nossas boas vontades, uma vez que, caso contrário, a própria vida da pessoa fica a deriva das consequências que provem das palavras vãs e torpes, que alguém profere.
PARA ONDE QUER. Apesar de ser grande e estar flutuando sobre as muitas águas, bem como ser açoitado pela força do vento e pelas grandes ondas, o navio não fica a deriva, porque através de um pequeno leme, ele é guiado para o porto desejado. Da mesma forma, deve haver um direcionamento correto para as palavras, e isso nos ensina sobre pensar antes de falar e falar pela ração e não simplesmente pela emoção.
A VONTADE DAQUELE. Um grande navio deve ter um ou mais comandantes que o guia em suas viagens marítimas, assim como um avião tem que ter um ou mais pilotos, da mesma forma que um carro tem que ter um motorista para guiá-lo. No caso da faculdade da fala, é o Espírito de Deus quem deve comandar ou governar todo o discurso, caso contrário, será apenas uma mensagem de ideologias humanas.
QUE AS GOVERNA. Por mais avançado que seja o sistema de tecnologia marítima, um navio de grande porte, principalmente os que transportam seres humanos precisam de um ou mais comandantes para governá-lo. Com a faculdade da fala não é diferente, quem prega ou ensina a palavra de Deus, tem que assim o fazer com a capacidade de só pronunciar as palavras certas e boas, que vão edificar a vida do próximo, e isso, pelo Espírito Santo de Deus. E o manual do pregador deve ser as santas Escrituras.
VEDE TAMBÉM AS NAUS QUE. O autor esta se referindo aos grandes navios e embarcações que atravessam os mares e oceanos, o que hoje são chamados de transatlânticos de grandes portes. Assim como o cavalo é controlado pelo seu cavaleiro, por meio dos freios ou cabrestos, os grandes navios são controlados da mesma forma por um pequeno leme, por meio do qual é dirigido pelo seu comandante. Bem como a faculdade da fala deve ser controlada pelos pregadores.
SENDO TÃO GRANDES. O escritor não está escrevendo sobre uma pequena canoa ou um pequeno barquinho de passeio, mas ele esta se reportando as grandes embarcações, que têm a capacidade de carregar toneladas e mais toneladas de cargas grandes e pesadas. Temos um exemplo de um navio de grande porta no Novo Testamento, aquele que transportou o apóstolo Paulo para Malta, que carregava duzentas e sessenta e seis pessoas (Atos 27:37). Hoje existem navios muito maiores.
E LEVADAS DE IMPETUOSO VENTO. Além do tamanho das grandes embarcações, e por estarem flutuando sobre as águas, elas são açoitadas por impetuosos ventos, verdadeiras tempestades. A força dos ventos sacodem estas embarcações para todas as direções, além das grandes ondas que sacodem estes naus com incríveis forças, conforme a direção dos ventos. O escritor já havia passado por momentos de tempestades em alto mar, e sabia exatamente sobre o que estava escrevendo.
SE VIRAM COM UM BEM PEQUENO LEME. Comparado ao tamanho do navio, o leme é bem pequeno, mas que tem o poder e a capacidade de governar a grande embarcação, coisa que é admirável e posta em destaque pelo escritor. Não é diferente da faculdade da fala, em que ela deve ser controlada e dominada pelas nossas boas vontades, uma vez que, caso contrário, a própria vida da pessoa fica a deriva das consequências que provem das palavras vãs e torpes, que alguém profere.
PARA ONDE QUER. Apesar de ser grande e estar flutuando sobre as muitas águas, bem como ser açoitado pela força do vento e pelas grandes ondas, o navio não fica a deriva, porque através de um pequeno leme, ele é guiado para o porto desejado. Da mesma forma, deve haver um direcionamento correto para as palavras, e isso nos ensina sobre pensar antes de falar e falar pela ração e não simplesmente pela emoção.
A VONTADE DAQUELE. Um grande navio deve ter um ou mais comandantes que o guia em suas viagens marítimas, assim como um avião tem que ter um ou mais pilotos, da mesma forma que um carro tem que ter um motorista para guiá-lo. No caso da faculdade da fala, é o Espírito de Deus quem deve comandar ou governar todo o discurso, caso contrário, será apenas uma mensagem de ideologias humanas.
QUE AS GOVERNA. Por mais avançado que seja o sistema de tecnologia marítima, um navio de grande porte, principalmente os que transportam seres humanos precisam de um ou mais comandantes para governá-lo. Com a faculdade da fala não é diferente, quem prega ou ensina a palavra de Deus, tem que assim o fazer com a capacidade de só pronunciar as palavras certas e boas, que vão edificar a vida do próximo, e isso, pelo Espírito Santo de Deus. E o manual do pregador deve ser as santas Escrituras.
Tiago 3:3
Tiago 3:3 - Ora, nós pomos freio nas bocas dos cavalos, para que nos obedeçam; e conseguimos dirigir todo o seu corpo.
ORA, NÓS. O autor traz em seguida três ilustrações para mostrar o quanto se deve ter controle sobre a faculdade da fala, e para tanto ele escreve sobre os freios que se coloca na boca do cavalo e no pequeno leme que pode dirigir uma grande nau, como também demonstra as terríveis consequências das vãs palavras, comparando-as as chamas de fogo, que podem incendiar uma grande floresta. Esse “nós” é intencional para detectar que podemos dentro do controle próprio, refrear as palavras torpes.
POMOS FREIOS. O ser humano tem de fato, pelo seu livre arbítrio, controle sobre determinadas coisas externas, porem, deveria também ter controle ainda muito maior sobre seus hábitos pessoas. Os “freios” citados pelo autor, fala de maneira figurada sobre a ação do homem em determinadas situações externas, que ele acaba utilizando para manter controle sobre os animais. Esse foi um direito dado por Deus ao homem, que na realidade o torna superior aos animais do campo (Gênesis 1:26).
NAS BOCAS. Ao que tudo indica, o escritor usa de propósito esse exemplo, já que ele está se referindo ao usa da boca, como instrumento das palavras torpes e vãs que os tagarelas se utilizam. Quem utiliza o cavalo nas mais variadas atividades, pode usar alguns tipos de freios ou cabresto para dominar a força deste animal veloz e destemidos. No entanto, se diz que o modo mais eficaz de ter domínio sobre os cavalos mais afoitos é colocando um freio em sua boca para pressionar a língua.
DOS CAVALOS. Nos dias de hoje, os seres humanos utilizam dos mais diversos tipos de transportes para se locomoverem, desde uma simples bicicleta, passando por potentes motos, carros dos mais modernos e rápidos, bem como dos aviões que tornou o planeta terra por demais pequeno. Mas, antigamente, o cavalo tinha uma importância fundamental, no transporte das pessoas. O cavalo é um animal de força e velocidade, onde os que usam de sua montaria precisam usar freios para ter controle sobre ele.
PARA QUE NOS OBEDEÇAM. Através dos chamados cabrestos ou freios, é que os usuários da montaria mantem o controle sobre estes animais, que são fortes, e que conseguem uma velocidade muito grande, quando estão correndo. Com relação às palavras vãs e torpes, não é diferente, elas tem uma força devastadora na vida dos ouvintes, bem como uma velocidade de propagação enorme e nociva.
E CONSEGUIMOS DIRIGIR. O cavaleiro que faz sua cavalgadura em um cavalo manso ou bravo, domado ou selvagem, tem a confiança de que vai ter domínio sobre o animal de grande força e velocidade por meio dos freios ou cabrestos. Da mesma forma, a fala humana precisa de controle, a fim de que, o que profere sua fala, não solte palavras vãs ou torpes. Se o homem doma um cavalo, porque não a sua língua? O cavaleiro tem que dominar seu cavalo, se não há prejuízos, assim é com a língua também.
TODO O CORPO. O cavaleiro hábil consegue por meio dos freios ou cabrestos dirigir todo o corpo do cavalo, seja ele grande ou não, domado ou selvagem. Não será diferente com aquele que com prudência, procura falar somente o que é bom e certo.
ORA, NÓS. O autor traz em seguida três ilustrações para mostrar o quanto se deve ter controle sobre a faculdade da fala, e para tanto ele escreve sobre os freios que se coloca na boca do cavalo e no pequeno leme que pode dirigir uma grande nau, como também demonstra as terríveis consequências das vãs palavras, comparando-as as chamas de fogo, que podem incendiar uma grande floresta. Esse “nós” é intencional para detectar que podemos dentro do controle próprio, refrear as palavras torpes.
POMOS FREIOS. O ser humano tem de fato, pelo seu livre arbítrio, controle sobre determinadas coisas externas, porem, deveria também ter controle ainda muito maior sobre seus hábitos pessoas. Os “freios” citados pelo autor, fala de maneira figurada sobre a ação do homem em determinadas situações externas, que ele acaba utilizando para manter controle sobre os animais. Esse foi um direito dado por Deus ao homem, que na realidade o torna superior aos animais do campo (Gênesis 1:26).
NAS BOCAS. Ao que tudo indica, o escritor usa de propósito esse exemplo, já que ele está se referindo ao usa da boca, como instrumento das palavras torpes e vãs que os tagarelas se utilizam. Quem utiliza o cavalo nas mais variadas atividades, pode usar alguns tipos de freios ou cabresto para dominar a força deste animal veloz e destemidos. No entanto, se diz que o modo mais eficaz de ter domínio sobre os cavalos mais afoitos é colocando um freio em sua boca para pressionar a língua.
DOS CAVALOS. Nos dias de hoje, os seres humanos utilizam dos mais diversos tipos de transportes para se locomoverem, desde uma simples bicicleta, passando por potentes motos, carros dos mais modernos e rápidos, bem como dos aviões que tornou o planeta terra por demais pequeno. Mas, antigamente, o cavalo tinha uma importância fundamental, no transporte das pessoas. O cavalo é um animal de força e velocidade, onde os que usam de sua montaria precisam usar freios para ter controle sobre ele.
PARA QUE NOS OBEDEÇAM. Através dos chamados cabrestos ou freios, é que os usuários da montaria mantem o controle sobre estes animais, que são fortes, e que conseguem uma velocidade muito grande, quando estão correndo. Com relação às palavras vãs e torpes, não é diferente, elas tem uma força devastadora na vida dos ouvintes, bem como uma velocidade de propagação enorme e nociva.
E CONSEGUIMOS DIRIGIR. O cavaleiro que faz sua cavalgadura em um cavalo manso ou bravo, domado ou selvagem, tem a confiança de que vai ter domínio sobre o animal de grande força e velocidade por meio dos freios ou cabrestos. Da mesma forma, a fala humana precisa de controle, a fim de que, o que profere sua fala, não solte palavras vãs ou torpes. Se o homem doma um cavalo, porque não a sua língua? O cavaleiro tem que dominar seu cavalo, se não há prejuízos, assim é com a língua também.
TODO O CORPO. O cavaleiro hábil consegue por meio dos freios ou cabrestos dirigir todo o corpo do cavalo, seja ele grande ou não, domado ou selvagem. Não será diferente com aquele que com prudência, procura falar somente o que é bom e certo.
Tiago 3:2
Tiago 3:2 - Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça em palavra, o tal é perfeito, e poderoso para também refrear todo o corpo.
PORQUE TODOS TROPEÇAMOS. No capítulo anterior o autor chama a atenção dos seus leitores sobre a fé vã, mas neste capítulo ele começa expondo sobre as palavras vãs. E neste texto, o escritor escreve sobre a vulnerabilidade do ser humano, que é falho em todas as áreas de sua vida, principalmente no que diz respeito à faculdade da fala. Esse tropeço sobre o qual o apóstolo se refere diz respeito aos pecados nas suas mais variadas formas que o ser humano pratica no seu dia a dia contra Deus.
EM MUITAS COISAS. O ser humano erra, quando não corresponde a sua missão para qual foi formado e criado, que é amar a Deus acima de qualquer coisa e servi-lo na beleza de sua santidade. O homem peca por meio de seus atos, ações, palavras, pensamentos e até intenções. Desde a queda da raça humana, que a personalidade, a natureza e o caráter dos homens foram obliterados pela desobediência, apostasia e rebelião. Difícil é o ser humano acertar naquilo que faz, mas errar é regra comum.
SE ALGUÉM NÃO TROPEÇA. Cauteloso é aquele que procurar ouvir mais do que falar, até porque nas muitas palavras, também há muitas transgressões. Existem pessoas que são chamadas de tagarelas, porque falam pelos cotovelos, são também classificadas estas pessoas de mexiriqueiras ou fofoqueiras. Todavia, o elogio do autor é para aquelas pessoa que monitoram sua faculdade da fala, no sentido de falar menos. O correto é falar somente o suficiente para ser um bom comunicador.
EM PALAVRAS. Certamente o apóstolo levanta sua crítica sobre aqueles que se diziam pregadores da palavra, mas que de fato não passavam de anunciadores de suas próprias ideologias. Porque o correto é pregar aquilo que esta de acordo com as santas Escrituras, e não distorcer a mensagem da palavra de Deus para tirar dela proveito pessoal. O autor mais uma vez enaltece aqueles que de fato usam legitimamente a palavra de Deus e que interpretam de maneira correta aquilo que está escrito.
O TAL É PERFEITO. O que o apóstolo pretende dizer com isso é que se alguém não tropeça em suas palavras, é porque é uma pessoa preparada para ter controle próprio sobre as demais áreas de sua vida. Neste período eram feitas verdadeiras disputas de “discursos” entre os judaizantes e os cristãos, entre os falsos mestres gnósticos e os pregadores das boas novas, com isso, haviam muitas acusações de ambos os lados.
E PODEROSO PARA TAMBÉM. Quem tiver a capacidade de controlar as faculdades da fala, e com isso, não se desbocar em palavras vãs, como um tagarela, é chamado de pessoa poderosa para dizer que tem controle próprio sobre a sua vida. Deus deu ao homem, o privilégio de ser coparticipante de sua administração sobre os animais, peixes e aves, mas o ser humano não tem a capacidade de controlar suas palavras.
REFREAR TODO O CORPO. Quem tiver habilidade o suficiente para controlar sua faculdade da fala, ou seja, suas palavras e dizer apenas aquilo que é certo e que edifica, também tem controle sobre seus desejos carnais. A língua, como moduladora das palavras é um membro do corpo que precisa de freios e de controle.
PORQUE TODOS TROPEÇAMOS. No capítulo anterior o autor chama a atenção dos seus leitores sobre a fé vã, mas neste capítulo ele começa expondo sobre as palavras vãs. E neste texto, o escritor escreve sobre a vulnerabilidade do ser humano, que é falho em todas as áreas de sua vida, principalmente no que diz respeito à faculdade da fala. Esse tropeço sobre o qual o apóstolo se refere diz respeito aos pecados nas suas mais variadas formas que o ser humano pratica no seu dia a dia contra Deus.
EM MUITAS COISAS. O ser humano erra, quando não corresponde a sua missão para qual foi formado e criado, que é amar a Deus acima de qualquer coisa e servi-lo na beleza de sua santidade. O homem peca por meio de seus atos, ações, palavras, pensamentos e até intenções. Desde a queda da raça humana, que a personalidade, a natureza e o caráter dos homens foram obliterados pela desobediência, apostasia e rebelião. Difícil é o ser humano acertar naquilo que faz, mas errar é regra comum.
SE ALGUÉM NÃO TROPEÇA. Cauteloso é aquele que procurar ouvir mais do que falar, até porque nas muitas palavras, também há muitas transgressões. Existem pessoas que são chamadas de tagarelas, porque falam pelos cotovelos, são também classificadas estas pessoas de mexiriqueiras ou fofoqueiras. Todavia, o elogio do autor é para aquelas pessoa que monitoram sua faculdade da fala, no sentido de falar menos. O correto é falar somente o suficiente para ser um bom comunicador.
EM PALAVRAS. Certamente o apóstolo levanta sua crítica sobre aqueles que se diziam pregadores da palavra, mas que de fato não passavam de anunciadores de suas próprias ideologias. Porque o correto é pregar aquilo que esta de acordo com as santas Escrituras, e não distorcer a mensagem da palavra de Deus para tirar dela proveito pessoal. O autor mais uma vez enaltece aqueles que de fato usam legitimamente a palavra de Deus e que interpretam de maneira correta aquilo que está escrito.
O TAL É PERFEITO. O que o apóstolo pretende dizer com isso é que se alguém não tropeça em suas palavras, é porque é uma pessoa preparada para ter controle próprio sobre as demais áreas de sua vida. Neste período eram feitas verdadeiras disputas de “discursos” entre os judaizantes e os cristãos, entre os falsos mestres gnósticos e os pregadores das boas novas, com isso, haviam muitas acusações de ambos os lados.
E PODEROSO PARA TAMBÉM. Quem tiver a capacidade de controlar as faculdades da fala, e com isso, não se desbocar em palavras vãs, como um tagarela, é chamado de pessoa poderosa para dizer que tem controle próprio sobre a sua vida. Deus deu ao homem, o privilégio de ser coparticipante de sua administração sobre os animais, peixes e aves, mas o ser humano não tem a capacidade de controlar suas palavras.
REFREAR TODO O CORPO. Quem tiver habilidade o suficiente para controlar sua faculdade da fala, ou seja, suas palavras e dizer apenas aquilo que é certo e que edifica, também tem controle sobre seus desejos carnais. A língua, como moduladora das palavras é um membro do corpo que precisa de freios e de controle.
Tiago 3:1
Tiago 3:1 - Meus irmãos, muitos de vós não sejam mestres, sabendo que receberemos mais duro juízo.
MEUS IRMÃOS. Desde os tempos mais remotos da humanidade que os seres humanos se consideram irmãos por acharem um tronco comum na arvore genealógica de toda a humanidade em Adão e Eva. Já os filhos de Israel se consideram irmãos uns dos outros, por terem nos patriarcas, Abraão, Isaque e Jacó suas raízes genealógicas em comum. Para os seguidores do cristianismo, isso se dá pelo fato de que todos que aceitaram a Cristo, são chamados filhos de Deus (João 1:11), e portanto, irmãos uns dos outros.
MUITOS DE VÓS. O escritor começa este capítulo três de sua epístola aconselhando aos seus leitores sobre não se ufanarem de possuir a sabedoria natural e conclui mostrando que a sabedoria que vem do alto é mais importante. Ao que tudo indica, neste mesmo tempo havia uma certa disputa entre aqueles que usavam da palavra, onde um tentava demonstrar que era mais sábio do que o outro, em termo de conhecimento das Sagradas Escrituras. Isso acontece muito nos dias de hoje.
NÃO SEJAM MESTRES. O cristianismo em seus primórdios teve ataques doutrinários de fora e de dentro da comunidade cristã. Ora eram os judaizantes quem atacava com suas fábulas artificias, ora eram os falsos mestres gnósticos, e os falsos cristãos que se infiltravam no meio das igrejas com a finalidade de confundir o povo de Deus com suas falsas doutrinas. A exortação do apóstolo era de que os seus leitores escolhessem a vida simples, como adoradores de Deus e não desejassem ser mestres dos outros.
SABENDO QUE. A igreja do Senhor Jesus é composta de pessoas simples e de pessoas astuciosas que fazem suas coisas erradas mesmo conscientemente. Boa parte dos religiosos erram por serem ignorantes quanto às verdades da palavra de Deus, mas, os falsos líderes religiosos fazem suas tramoias de caso pensado, porque conhecem as verdades das Sagradas Escrituras. Os líderes religiosos quando erram não são inocentes naquilo que fazem, mas agem de má fé, por obras e também por palavras.
RECEBEREMOS. Tudo aquilo que o homem plantar é justamente aquilo que haverá de colher, essa é a lei da colheita segundo a semeadura. Ninguém faz uma plantação de milho para colher arroz, a natureza é boa, mas também é justa. Em outra parte, o evangelho também diz, por tuas palavras serás justificado e por tuas palavras serás condenado. Se alguém se faz de mestre dos outros, esse receberá mais duro juízo.
MAIS DURO. Mais uma vez o autor demonstra sua tendência ortodoxa e preferência pelas exigências da legislação mosaica, sem, no entanto, deixar de escrever sobre uma realidade que permanece também na nova dispensação. Quem busca por egoísmo pessoal se apresentar como doutrinador, ensinador ou pregador deve ter a consciência de que vai prestar contas de cada palavra pronunciada em seu ministério.
JUÍZO. O melhor é ser um simples ouvinte, das supostas mensagens religiosas, do que alguém para mostrar que é um líder influente, querer ser mestre dos outros. Até mesmo aqueles que agem corretamente com a palavra de Deus serão julgados (2 Coríntios 5:10). Quanto mais os que são maus intencionados (Apocalipse 20:15).
MEUS IRMÃOS. Desde os tempos mais remotos da humanidade que os seres humanos se consideram irmãos por acharem um tronco comum na arvore genealógica de toda a humanidade em Adão e Eva. Já os filhos de Israel se consideram irmãos uns dos outros, por terem nos patriarcas, Abraão, Isaque e Jacó suas raízes genealógicas em comum. Para os seguidores do cristianismo, isso se dá pelo fato de que todos que aceitaram a Cristo, são chamados filhos de Deus (João 1:11), e portanto, irmãos uns dos outros.
MUITOS DE VÓS. O escritor começa este capítulo três de sua epístola aconselhando aos seus leitores sobre não se ufanarem de possuir a sabedoria natural e conclui mostrando que a sabedoria que vem do alto é mais importante. Ao que tudo indica, neste mesmo tempo havia uma certa disputa entre aqueles que usavam da palavra, onde um tentava demonstrar que era mais sábio do que o outro, em termo de conhecimento das Sagradas Escrituras. Isso acontece muito nos dias de hoje.
NÃO SEJAM MESTRES. O cristianismo em seus primórdios teve ataques doutrinários de fora e de dentro da comunidade cristã. Ora eram os judaizantes quem atacava com suas fábulas artificias, ora eram os falsos mestres gnósticos, e os falsos cristãos que se infiltravam no meio das igrejas com a finalidade de confundir o povo de Deus com suas falsas doutrinas. A exortação do apóstolo era de que os seus leitores escolhessem a vida simples, como adoradores de Deus e não desejassem ser mestres dos outros.
SABENDO QUE. A igreja do Senhor Jesus é composta de pessoas simples e de pessoas astuciosas que fazem suas coisas erradas mesmo conscientemente. Boa parte dos religiosos erram por serem ignorantes quanto às verdades da palavra de Deus, mas, os falsos líderes religiosos fazem suas tramoias de caso pensado, porque conhecem as verdades das Sagradas Escrituras. Os líderes religiosos quando erram não são inocentes naquilo que fazem, mas agem de má fé, por obras e também por palavras.
RECEBEREMOS. Tudo aquilo que o homem plantar é justamente aquilo que haverá de colher, essa é a lei da colheita segundo a semeadura. Ninguém faz uma plantação de milho para colher arroz, a natureza é boa, mas também é justa. Em outra parte, o evangelho também diz, por tuas palavras serás justificado e por tuas palavras serás condenado. Se alguém se faz de mestre dos outros, esse receberá mais duro juízo.
MAIS DURO. Mais uma vez o autor demonstra sua tendência ortodoxa e preferência pelas exigências da legislação mosaica, sem, no entanto, deixar de escrever sobre uma realidade que permanece também na nova dispensação. Quem busca por egoísmo pessoal se apresentar como doutrinador, ensinador ou pregador deve ter a consciência de que vai prestar contas de cada palavra pronunciada em seu ministério.
JUÍZO. O melhor é ser um simples ouvinte, das supostas mensagens religiosas, do que alguém para mostrar que é um líder influente, querer ser mestre dos outros. Até mesmo aqueles que agem corretamente com a palavra de Deus serão julgados (2 Coríntios 5:10). Quanto mais os que são maus intencionados (Apocalipse 20:15).
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Tiago 2:26
Tiago 2:26 - Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta.
PORQUE, ASSIM COMO. O autor continua com seu debate teológico e com suas comparações objetivando a defender que, o judaísmo ainda tem sua importância mesmo dentro do cristianismo, e que o conjunto de cresças cristãs têm seu alicerce nas tradições religiosas dos judeus. Para os cristãos ortodoxos da igreja primitiva, que ainda não dispunham do Novo Testamento pronto, as Escrituras dos judeus eram fundamentais, principalmente sobre as profecias messiânicas e da nova aliança.
O CORPO. É bem provável que o escritor esteja pensando no corpo de um ser humano, e não em um corpo de um animal, que não tem o espírito. A teologia dos judeus se divide em duas composições, quanto a cresças do Velho Testamento. O Pentateuco não deixa transparecer uma cresça na imortalidade, e neste ponto de vista, o espírito é comparado apenas como o sopro de vida. Já no judaísmo helenístico, o espírito é visto como eterno e que da vida ao corpo material e orgânico, neste caso houve um avanço.
SEM O ESPÍRITO. Quando Deus criou o homem do pó da terra, o ser humano não tinha vida em si mesmo, porem o Senhor soprou em suas narinas o folego de vida, conforme Gênesis 2:7 - E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente. Por isso que a cultura dos hebreus não ensinava sobre existência do espírito imortal no homem no tempo do Pentateuco. O espírito para eles era o folego de vida, e não como cremos hoje.
ESTÁ MORTO. O corpo sem o espírito está morto, diz o autor. Esta expressão está correta, em se tratando das verdades espirituais, como também quando se trata do ser humano natural. A morte física ou clinica é justamente a separação entre o corpo físico da vida espiritual. É a mesma coisa que dizer também: Nesta nova dispensação, quem não tiver o Espírito de Deus, não tem vida espiritual iluminada pelo reino de Deus. Quando o homem foi formado do pó da terra, ele não tinha vida em si mesmo.
ASSIM TAMBÉM A FÉ. Podemos escrever sobre a fé natural, que é justamente o desejo de alguém fazer alguma coisa, e porque quer e pode, então faz. Existe a fé subjetiva, expressa pela confiança e esperança sobrenatural, que algo além das possibilidades humanas vai acontecer e Deus realiza pela pessoa o que ela não pode fazer por si mesmo. Mas, talvez o autor esteja escrevendo sobre a fé como doutrina cristã.
SEM OBRAS. Há quem diga que havia uma disputa teológica entre Tiago e Paulo, em que o primeiro defende a permanência do judaísmo dentro do Cristianismo, e o segundo, afirma que Cristo cumpriu pela igreja todas as exigências da lei, e que o seguidor do cristianismo esta livre para viver pela fé e não conforme a lei de Moisés. A realidade é que Paulo como missionário aos gentios via as coisas de forma diferente.
É MORTA. Para o escritor desta epístola, a fé sem as obras, ela esta morta em si mesmo. Com isso, o apóstolo deixa transparecer que a fé é confirmada pela pratica das boas obras. Em se tratando das duas alianças, no pensamento do autor, o cristianismo não existe sem o judaísmo, bem como o Novo Testamento depende do Velho.
PORQUE, ASSIM COMO. O autor continua com seu debate teológico e com suas comparações objetivando a defender que, o judaísmo ainda tem sua importância mesmo dentro do cristianismo, e que o conjunto de cresças cristãs têm seu alicerce nas tradições religiosas dos judeus. Para os cristãos ortodoxos da igreja primitiva, que ainda não dispunham do Novo Testamento pronto, as Escrituras dos judeus eram fundamentais, principalmente sobre as profecias messiânicas e da nova aliança.
O CORPO. É bem provável que o escritor esteja pensando no corpo de um ser humano, e não em um corpo de um animal, que não tem o espírito. A teologia dos judeus se divide em duas composições, quanto a cresças do Velho Testamento. O Pentateuco não deixa transparecer uma cresça na imortalidade, e neste ponto de vista, o espírito é comparado apenas como o sopro de vida. Já no judaísmo helenístico, o espírito é visto como eterno e que da vida ao corpo material e orgânico, neste caso houve um avanço.
SEM O ESPÍRITO. Quando Deus criou o homem do pó da terra, o ser humano não tinha vida em si mesmo, porem o Senhor soprou em suas narinas o folego de vida, conforme Gênesis 2:7 - E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente. Por isso que a cultura dos hebreus não ensinava sobre existência do espírito imortal no homem no tempo do Pentateuco. O espírito para eles era o folego de vida, e não como cremos hoje.
ESTÁ MORTO. O corpo sem o espírito está morto, diz o autor. Esta expressão está correta, em se tratando das verdades espirituais, como também quando se trata do ser humano natural. A morte física ou clinica é justamente a separação entre o corpo físico da vida espiritual. É a mesma coisa que dizer também: Nesta nova dispensação, quem não tiver o Espírito de Deus, não tem vida espiritual iluminada pelo reino de Deus. Quando o homem foi formado do pó da terra, ele não tinha vida em si mesmo.
ASSIM TAMBÉM A FÉ. Podemos escrever sobre a fé natural, que é justamente o desejo de alguém fazer alguma coisa, e porque quer e pode, então faz. Existe a fé subjetiva, expressa pela confiança e esperança sobrenatural, que algo além das possibilidades humanas vai acontecer e Deus realiza pela pessoa o que ela não pode fazer por si mesmo. Mas, talvez o autor esteja escrevendo sobre a fé como doutrina cristã.
SEM OBRAS. Há quem diga que havia uma disputa teológica entre Tiago e Paulo, em que o primeiro defende a permanência do judaísmo dentro do Cristianismo, e o segundo, afirma que Cristo cumpriu pela igreja todas as exigências da lei, e que o seguidor do cristianismo esta livre para viver pela fé e não conforme a lei de Moisés. A realidade é que Paulo como missionário aos gentios via as coisas de forma diferente.
É MORTA. Para o escritor desta epístola, a fé sem as obras, ela esta morta em si mesmo. Com isso, o apóstolo deixa transparecer que a fé é confirmada pela pratica das boas obras. Em se tratando das duas alianças, no pensamento do autor, o cristianismo não existe sem o judaísmo, bem como o Novo Testamento depende do Velho.
Tiago 2:25
Tiago 2:25 - E de igual modo Raabe, a meretriz, não foi também justificada pelas obras, quando recolheu os emissários, e os despediu por outro caminho?
E DE IGUAL MODO RAABE. O escritor usa um outro exemplo do Velho Testamento para exemplificar que a fé coopera com as obras e vice-versa, no que diz respeito a justificação diante de Deus e também, neste caso, diante dos homens. Esta Raabe é citada no livro de Josué, como também no livro aos Hebreus, como uma heroína da fé. No Novo Testamento ela é citada na genealogia de Jesus Cristo, como sendo alguém que fez parte da família e dos antepassados do Salvador da humanidade.
A MERETRIZ. No caso do texto usado como referência no Velho Testamento, chama Raabe de “prostituta” e nós podemos conferir e diz o seguinte: Josué 2:1 - E Josué, filho de Num, enviou secretamente, de Sitim, dois homens a espiar, dizendo: Ide reconhecer a terra e a Jericó. Foram, pois, e entraram na casa de uma mulher prostituta, cujo nome era Raabe, e dormiram ali. Como se diz nos dias de hoje, Raabe era uma mulher de vida livre que se prostituía para se manter, ela era uma meretriz.
NÃO FOI JUSTIFICADA. Faz-se necessário destacar o pensamento teológico de Tiago, que era diferente do de Paulo, o apóstolo dos gentios. Tiago pertencia ao judaísmo e foi convertido ao cristianismo, porem, concentrou suas atividades na igreja de Jerusalém, que em parte permanecia na ortodoxia da legislação de Moisés. Já Paulo, foi enviado por Cristo para ser o apóstolo dos gentios, Portanto, os escritos de Paulo foram enviados para pessoas que seguiam o paganismo e aceitaram o cristianismo.
PELAS OBRAS. Estas obras a que se refere o autor, também não dizem respeito às obras da lei, mas sim as boas ações que alguém pode fazer para com o seu próximo, que faz achar graça diante dos homens e de Deus. E neste caso, Raabe fez o bem aos espias enviados por Josué para monitorar as terras de Jericó. Aquela mulher recebeu bem aqueles dois missionários, além do mais, os escondeu em sua casa para que não fossem mortos, e por fim, os despediu em paz, depois de firmar aliança com eles.
QUANDO RECOLHEU. Não se sabe ao certo, qual foi à intenção daqueles dois homens em se hospedarem na casa de Raabe. Todavia, tanto aquela mulher, quanto os moradores de Jericó reconheceram de que eles eram espias de Israel. Descoberto o fato, eles passaram a correr risco de vida, porque as autoridades de Jericó ficaram tomados de medo e pavor, bem como toda a cidade. De forma que os inimigos buscaram na casa de Raabe os dois missionários, porem, ela os escondeu de todos.
OS MISSIONÁRIOS. O texto hora citado pelo escritor não nos revela os nomes destes dois missionários que foram enviados por Josué para espiar as terras de Jerico. Na passagem do livro de Josué eles são chamados de “espias”, mas, neste texto que estamos comentando, o apóstolo os classifica de missionários. Porem, o certo é que eles estavam ali para fazer um levantamento de como eram as terras de Jericó.
E OS DESPEDIU POR OUTRO CAMINHO. A casa de Raabe ficava em cima do muro da cidade. Os espias não podiam sair pela porta da frente e atravessar toda a cidade, porque seriam pegos pelos soldados do rei de Jericó. Josué 2:15 - Ela então os fez descer por uma corda pela janela, porquanto a sua casa estava sobre o muro da cidade, e ela morava sobre o muro. Desta forma, Raabe ajudou os espias a escaparem.
E DE IGUAL MODO RAABE. O escritor usa um outro exemplo do Velho Testamento para exemplificar que a fé coopera com as obras e vice-versa, no que diz respeito a justificação diante de Deus e também, neste caso, diante dos homens. Esta Raabe é citada no livro de Josué, como também no livro aos Hebreus, como uma heroína da fé. No Novo Testamento ela é citada na genealogia de Jesus Cristo, como sendo alguém que fez parte da família e dos antepassados do Salvador da humanidade.
A MERETRIZ. No caso do texto usado como referência no Velho Testamento, chama Raabe de “prostituta” e nós podemos conferir e diz o seguinte: Josué 2:1 - E Josué, filho de Num, enviou secretamente, de Sitim, dois homens a espiar, dizendo: Ide reconhecer a terra e a Jericó. Foram, pois, e entraram na casa de uma mulher prostituta, cujo nome era Raabe, e dormiram ali. Como se diz nos dias de hoje, Raabe era uma mulher de vida livre que se prostituía para se manter, ela era uma meretriz.
NÃO FOI JUSTIFICADA. Faz-se necessário destacar o pensamento teológico de Tiago, que era diferente do de Paulo, o apóstolo dos gentios. Tiago pertencia ao judaísmo e foi convertido ao cristianismo, porem, concentrou suas atividades na igreja de Jerusalém, que em parte permanecia na ortodoxia da legislação de Moisés. Já Paulo, foi enviado por Cristo para ser o apóstolo dos gentios, Portanto, os escritos de Paulo foram enviados para pessoas que seguiam o paganismo e aceitaram o cristianismo.
PELAS OBRAS. Estas obras a que se refere o autor, também não dizem respeito às obras da lei, mas sim as boas ações que alguém pode fazer para com o seu próximo, que faz achar graça diante dos homens e de Deus. E neste caso, Raabe fez o bem aos espias enviados por Josué para monitorar as terras de Jericó. Aquela mulher recebeu bem aqueles dois missionários, além do mais, os escondeu em sua casa para que não fossem mortos, e por fim, os despediu em paz, depois de firmar aliança com eles.
QUANDO RECOLHEU. Não se sabe ao certo, qual foi à intenção daqueles dois homens em se hospedarem na casa de Raabe. Todavia, tanto aquela mulher, quanto os moradores de Jericó reconheceram de que eles eram espias de Israel. Descoberto o fato, eles passaram a correr risco de vida, porque as autoridades de Jericó ficaram tomados de medo e pavor, bem como toda a cidade. De forma que os inimigos buscaram na casa de Raabe os dois missionários, porem, ela os escondeu de todos.
OS MISSIONÁRIOS. O texto hora citado pelo escritor não nos revela os nomes destes dois missionários que foram enviados por Josué para espiar as terras de Jerico. Na passagem do livro de Josué eles são chamados de “espias”, mas, neste texto que estamos comentando, o apóstolo os classifica de missionários. Porem, o certo é que eles estavam ali para fazer um levantamento de como eram as terras de Jericó.
E OS DESPEDIU POR OUTRO CAMINHO. A casa de Raabe ficava em cima do muro da cidade. Os espias não podiam sair pela porta da frente e atravessar toda a cidade, porque seriam pegos pelos soldados do rei de Jericó. Josué 2:15 - Ela então os fez descer por uma corda pela janela, porquanto a sua casa estava sobre o muro da cidade, e ela morava sobre o muro. Desta forma, Raabe ajudou os espias a escaparem.
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