1 Coríntios 1:26 - Porque, vede, irmãos, a vossa vocação, que não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são chamados.
PORQUE, VEDE, IRMÃOS. O apóstolo dos gentios conclama os irmãos da igreja que está na cidade de Corinto, a uma reflexão sobre aqueles que estão com Cristo e que vivem para o reino de Deus. É como se ele tivesse dito: Dá uma olhada entre vós mesmos quem é que faz parte do rebanho do Senhor? Quem são na realidade os membros do corpo de Cristo? Todos vós sois irmãos em Cristo e vede se tem ai no vosso meio muitos sábios nos conhecimentos seculares ou se tem muitos de vós que sois nobres por pertencerem a elite da sociedade? O povo de Deus é simples.
A VOSSA VOCAÇÃO. Esta vocação a qual se refere o escritor, diz respeito a chamado para ser de Cristo. E fazem parte desta vocação aqueles que reconheceram de que eram pecadores destituídos da glória de Deus e que num verdadeiro ato de arrependimento se converteram ao cristianismo para remissão dos pecados dantes cometidos sobe a paciência de Deus. Aceitaram por fé a Cristo como Senhor e Salvador, bem como sua obra de redenção pela reconciliação com Deus Pai.
QUE NÃO SÃO MUITOS OS SÁBIOS. Não são muitos os filósofos nem os escribas conhecedores das ciências e do conhecimento, que se convertem ao cristianismo. Não são muitos os formados e doutores que humildemente confessam que Cristo é o seu Senhor. Não são muitos os poliglotas da cultura e dos conhecimentos gerais que nascem de novo para uma nova vida com Cristo, conforme o evangelho. Não são muitos os que frequentam as melhores universidades e faculdades ou institutos do saber científico que se rendem as boas novas do evangelho, ao darem testemunho de que são discípulos de Jesus de Nazaré, mas sãos os mais simples e humildes do povo.
SEGUNDO A CARNE. Não são muitos segundo a carne que dentre vós são sábios e que fazem parte da comunidade daqueles que buscam o reino de Deus em primeiro lugar. Esta expressão “segundo a carne” diz respeito a esta vida na terra, ou se refere também aos padrões das classes sociais. O que Paulo estava tentando dizer aos irmãos é que segundo os padrões do mundo, os que se acham sábios “raríssimas exceções” é que fazem parte dos que são novas criaturas em Cristo e que fazem parte da igreja.
NEM MUITOS OS PODEROSOS. Não são muitos os poderoso que fazem parte da igreja remida de Cristo. A nata da sociedade não quer compromisso com uma verdadeira transformação de vida, conforme os padrões do evangelho das boas novas. Os ricos economicamente, quase todos, estão ocupados com suas atividades materiais e não buscam as coisas que são de cima. Os poderosos politicamente e os mais influentes da sociedade longe estão de querer negócio com Cristo e o seu reino.
NEM MUITOS OS NOBRES QUE SÃO CHAMADOS. Não são muitos os nobres que reconhecem de que precisam de Cristo. Não são muitos dos que se acham importantes que confessam Jesus como Salvador. Não são muitos os que se acham inteligentes que andam com Cristo por serem guiados pelo Espírito de Deus. Poucos são os chamados dentre os mais nobres da sociedade, como os que se acham sábios, e poderosos.
Comentário Expositivo do Novo Testamento - Neste perfil, fazemos a exposição exegética de cada versículo, frases e palavras, com detalhes. Este comentário não é um tratado teológico para acadêmicos, mas sim para os leitores amantes da palavra de Deus. Usamos uma linguagem bem compreensível para quem ainda não é profundo no conhecimento bíblico. Qualquer membro do corpo de Cristo tem a capacidade de aprender com os ensinos simples deste Comentário Expositivo do Novo Testamento.
quinta-feira, 7 de dezembro de 2017
1 Coríntios 1:25
1 Coríntios 1:25 - Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens.
PORQUE A LOUCURA DE DEUS. O que Paulo, de forma paradoxal e ousada quer dizer com essa declaração é no tocante ao que os homens acham, e nos seus conceitos sobre Deus. O que os ateus chamam de loucura da parte de Deus, o apóstolo diz que isso é superior ao que chamam de sabedoria humana. Exemplo: Os Judeus classificam de maldição e escândalo e os gregos chamam de loucura o conceito de Cristo ter sido crucificado em lugar dos pecadores. O que não cabe na cabeça dos incrédulos veio a ser para os cristãos algo de um valor incalculável de benéfico, como propiciação.
É MAIS SÁBIA. As atitudes do Criador, que os homens chamam de insanidade, supera a sabedoria dos homens, que se acham alto suficientes. A sabedoria benéfica se demonstra em atitudes que produzem efeitos positivos para todos. Foi justamente o que Deus fez em dar como presente o seu unigênito Filho, como propiciação pelos pecados da humanidade. Coisa que os que se mantêm indiferentes para com o seu Criador não compreendem e chama de absurdo, chegando a pensar que é loucura.
DO QUE OS HOMENS. Como Paulo estava escrevendo para os moradores de Corinto, um dos grandes centros da sabedoria secular da Grécia. Ele ataca diretamente e com força total os que se achavam os homens mais inteligentes de sua época. Que eram os oradores da suposta oratória perfeccionista da retórica grega, como também os escribas dominadores das ciências do conhecimento. Juntando todos estes supostos sábios da cultura grega, não passavam de nada, comparados com os efeitos benevolentes e graciosos da crucificação de Jesus de Nazaré, em prol da humanidade.
E A FRAQUEZA DE DEUS. O fato de o grande Deus Todo-poderoso se fazer homem, como foi no caso do “Emanuel” que é Deus entre os homens. Isso, na mente dos seres humanos sem Deus é considerado como fraqueza da parte do Criador e Dominador do universo. Os ímpios não aceitam o fato de que o Messias, que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz. (Filipenses 2:6-8). Os ateus não aceitam que Deus se fez carne e habitou entre nós.
É MAIS FORTE. O que para o mundo é um ato de fraqueza, da parte de Deus, no caso a humanidade de Cristo, quando Deus se humanizou entre os homens. Os gregos chamavam Jesus de “fraqueza de Deus”, mas esta fraqueza foi forte o suficiente para fazer muito mais pela humanidade e pela criação, do que todos os supostos homens fortes que já fizeram parte da humanidade, com seus supostos conhecimentos.
DO QUE OS HOMENS. Qual o ser humano que já superou a Jesus de Nazaré, em poder e em força? A resposta é nenhum! Qual o homem mais sábio do mundo que teve a capacidade de influenciar tantas vidas o quanto Jesus fez em seus ensinos? Nenhum!
PORQUE A LOUCURA DE DEUS. O que Paulo, de forma paradoxal e ousada quer dizer com essa declaração é no tocante ao que os homens acham, e nos seus conceitos sobre Deus. O que os ateus chamam de loucura da parte de Deus, o apóstolo diz que isso é superior ao que chamam de sabedoria humana. Exemplo: Os Judeus classificam de maldição e escândalo e os gregos chamam de loucura o conceito de Cristo ter sido crucificado em lugar dos pecadores. O que não cabe na cabeça dos incrédulos veio a ser para os cristãos algo de um valor incalculável de benéfico, como propiciação.
É MAIS SÁBIA. As atitudes do Criador, que os homens chamam de insanidade, supera a sabedoria dos homens, que se acham alto suficientes. A sabedoria benéfica se demonstra em atitudes que produzem efeitos positivos para todos. Foi justamente o que Deus fez em dar como presente o seu unigênito Filho, como propiciação pelos pecados da humanidade. Coisa que os que se mantêm indiferentes para com o seu Criador não compreendem e chama de absurdo, chegando a pensar que é loucura.
DO QUE OS HOMENS. Como Paulo estava escrevendo para os moradores de Corinto, um dos grandes centros da sabedoria secular da Grécia. Ele ataca diretamente e com força total os que se achavam os homens mais inteligentes de sua época. Que eram os oradores da suposta oratória perfeccionista da retórica grega, como também os escribas dominadores das ciências do conhecimento. Juntando todos estes supostos sábios da cultura grega, não passavam de nada, comparados com os efeitos benevolentes e graciosos da crucificação de Jesus de Nazaré, em prol da humanidade.
E A FRAQUEZA DE DEUS. O fato de o grande Deus Todo-poderoso se fazer homem, como foi no caso do “Emanuel” que é Deus entre os homens. Isso, na mente dos seres humanos sem Deus é considerado como fraqueza da parte do Criador e Dominador do universo. Os ímpios não aceitam o fato de que o Messias, que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz. (Filipenses 2:6-8). Os ateus não aceitam que Deus se fez carne e habitou entre nós.
É MAIS FORTE. O que para o mundo é um ato de fraqueza, da parte de Deus, no caso a humanidade de Cristo, quando Deus se humanizou entre os homens. Os gregos chamavam Jesus de “fraqueza de Deus”, mas esta fraqueza foi forte o suficiente para fazer muito mais pela humanidade e pela criação, do que todos os supostos homens fortes que já fizeram parte da humanidade, com seus supostos conhecimentos.
DO QUE OS HOMENS. Qual o ser humano que já superou a Jesus de Nazaré, em poder e em força? A resposta é nenhum! Qual o homem mais sábio do mundo que teve a capacidade de influenciar tantas vidas o quanto Jesus fez em seus ensinos? Nenhum!
quarta-feira, 6 de dezembro de 2017
1 Coríntios 1:24
1 Coríntios 1:24 - Mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus.
MAS PARA OS QUE SÃO CHAMADOS. Os chamados a que Paulo se refere dizem respeito a todos aqueles que tendo conhecimento de Deus aceitam o Deus Criador como Senhor e sustentador de todas as coisas. Os chamados são todos aqueles que aceitaram as boas novas de Cristo como sendo mais importante do que a filosofia dos gregos. Os chamados são todos quanto acreditam que Jesus de Nazaré, o mesmo que foi crucificado no madeiro é o Cristo de Deus e Salvador do mundo. Os chamados de Deus são aqueles que aceitam a nova aliança de Deus para a humanidade por meio da obra redentora e reconciliadora de Cristo Jesus o Messias de Deus e Emanuel.
TANTO JUDEUS. Dentre os chamados estão os Judeus que esperavam o Messias e que acreditaram de que Jesus de Nazaré foi a vinda mesmo do Cristo de Deus. Nem todos os Judeus foram contra Jesus, e a prova disto é que a igreja primitiva foi composta nos seus começos pela grande maioria de Judeus que se converteram ao cristianismo. Além é claro dos apóstolos de Cristo que eram Judeus contando também com o próprio Paulo que foi o escritor desta epístola. Os judeus foram o Israel de Deus.
COMO GREGOS. Agora, no pensamento de Paulo, a grande e importante realidade é que a igreja de Cristo, depois do primeiro século da nossa era cristã, teve sua maioria de membros dentre os gregos, Ou seja, dentre os não judeus que eram chamados também de como gentios. Daí a importância do ministério apostólico de Paulo, que foi chamado e enviado a pregar o evangelho aos gentios. O Cristo de Deus sempre foi mais bem aceito dentre as demais nações do mundo, do que dentre os Judeus, seus conterrâneos. Razão porque a igreja está espalhada por todas as nações do mundo.
LHES PREGAMOS. O apóstolo Paulo era pertencente ao judaísmo, mas veio a se converter ao cristianismo. E a partir de então, não tinha mais compromisso com o legalismo judaico. Nem tão pouco usava da filosofia retórica e da oratória tecnicamente perfeita dos gregos para pregar as boas novas do evangelho poderoso de Cristo. Este evangelho que é o poder de Deus para salvação dos que nele crer.
A CRISTO. A pregação de Paulo era sempre a respeito do Messias prometido nas Sagradas Escrituras veterotestamentárias. Quando abria sua boca tanto perante os Judeus como diante dos gregos era para dizer que o Emanuel de Deus (Deus conosco) tinha se manifestado na terra na pessoa bendita de Cristo Jesus, o Nazareno. E que a crucificação de Jesus era o cumprimento das promessas de redenção e propiciação na reconciliação do homem perdido com o Deus Criador, porque isso produziu a paz.
PODER DE DEUS. Cristo é o poder de Deus. E todo o seu ministério deu provas cabais da manifestação das virtudes do Deus poderoso na sua vida. Os milagres e prodígios realizados pelo Senhor Jesus era o poder de Deus operando em favor dos homens.
E SABEDORIA DE DEUS. Cristo é a sabedoria de Deus. A prova disto é que o seu nascimento, vida, crucificação, morte e ressurreição tem levado multidões sem limites a mudarem de vida, a fim de serem seus discípulos, e portanto, novas criaturas.
MAS PARA OS QUE SÃO CHAMADOS. Os chamados a que Paulo se refere dizem respeito a todos aqueles que tendo conhecimento de Deus aceitam o Deus Criador como Senhor e sustentador de todas as coisas. Os chamados são todos aqueles que aceitaram as boas novas de Cristo como sendo mais importante do que a filosofia dos gregos. Os chamados são todos quanto acreditam que Jesus de Nazaré, o mesmo que foi crucificado no madeiro é o Cristo de Deus e Salvador do mundo. Os chamados de Deus são aqueles que aceitam a nova aliança de Deus para a humanidade por meio da obra redentora e reconciliadora de Cristo Jesus o Messias de Deus e Emanuel.
TANTO JUDEUS. Dentre os chamados estão os Judeus que esperavam o Messias e que acreditaram de que Jesus de Nazaré foi a vinda mesmo do Cristo de Deus. Nem todos os Judeus foram contra Jesus, e a prova disto é que a igreja primitiva foi composta nos seus começos pela grande maioria de Judeus que se converteram ao cristianismo. Além é claro dos apóstolos de Cristo que eram Judeus contando também com o próprio Paulo que foi o escritor desta epístola. Os judeus foram o Israel de Deus.
COMO GREGOS. Agora, no pensamento de Paulo, a grande e importante realidade é que a igreja de Cristo, depois do primeiro século da nossa era cristã, teve sua maioria de membros dentre os gregos, Ou seja, dentre os não judeus que eram chamados também de como gentios. Daí a importância do ministério apostólico de Paulo, que foi chamado e enviado a pregar o evangelho aos gentios. O Cristo de Deus sempre foi mais bem aceito dentre as demais nações do mundo, do que dentre os Judeus, seus conterrâneos. Razão porque a igreja está espalhada por todas as nações do mundo.
LHES PREGAMOS. O apóstolo Paulo era pertencente ao judaísmo, mas veio a se converter ao cristianismo. E a partir de então, não tinha mais compromisso com o legalismo judaico. Nem tão pouco usava da filosofia retórica e da oratória tecnicamente perfeita dos gregos para pregar as boas novas do evangelho poderoso de Cristo. Este evangelho que é o poder de Deus para salvação dos que nele crer.
A CRISTO. A pregação de Paulo era sempre a respeito do Messias prometido nas Sagradas Escrituras veterotestamentárias. Quando abria sua boca tanto perante os Judeus como diante dos gregos era para dizer que o Emanuel de Deus (Deus conosco) tinha se manifestado na terra na pessoa bendita de Cristo Jesus, o Nazareno. E que a crucificação de Jesus era o cumprimento das promessas de redenção e propiciação na reconciliação do homem perdido com o Deus Criador, porque isso produziu a paz.
PODER DE DEUS. Cristo é o poder de Deus. E todo o seu ministério deu provas cabais da manifestação das virtudes do Deus poderoso na sua vida. Os milagres e prodígios realizados pelo Senhor Jesus era o poder de Deus operando em favor dos homens.
E SABEDORIA DE DEUS. Cristo é a sabedoria de Deus. A prova disto é que o seu nascimento, vida, crucificação, morte e ressurreição tem levado multidões sem limites a mudarem de vida, a fim de serem seus discípulos, e portanto, novas criaturas.
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
1 Coríntios 1:22-23
1 Coríntios 1:22-23 - Porque os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria. Mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos.
PORQUE OS JUDEUS. Os Judeus eram moradores da Judeia. Os israelitas que voltaram do cativeiro para a província da Judeia e os seus descendentes passaram a ser chamados de judeus, porque a maioria deles eram da tribo de Judá (Esdras 4:12 e Neemias 1:2). Já no Novo Testamento o termo também é usado para designar aqueles que seguiam o judaísmo e que, às vezes, atacavam a fé cristã, chegando a perseguir os cristãos (Mateus 28:15, João 1:19, Atos 14:19). Jesus teve muitos problemas com os seus compatriotas Judeus que passaram a prossegui-lo por questões religiosas.
PEDEM SINAL. Os Judeus estavam tão cegos quanto à vinda do Messias, que não perceberam que Jesus de Nazaré era a chegada do Cristo de Deus. Quanto a esta expressão usada por Paulo ela é confirmada no Novo Testamente em passagens tais como Marcos 8:11-12 - E saíram os fariseus, e começaram a disputar com ele, pedindo-lhe, para o tentarem, um sinal do céu. João 4:48 - Então Jesus lhe disse: Se não virdes sinais e milagres, não crereis. Eles queriam provas de que Jesus era o Messias de Deus.
E OS GREGOS. Os Gregos eram os cidadãos da Grécia. (Atos 16:1) Nos fala a respeito de Timóteo que era filho de uma judia, porem o seu pai era da Grécia. (Romanos 1:16) Diz que o cidadão grego era para os Judeus aqueles que não eram Israelitas. (Atos 6:1) Também eram considerados gregos os Judeus que falavam o idioma grego e que viviam na dispersão, chamados helenistas. E grego era o idioma pelo qual foi escrito o Novo Testamento. Este idioma foi importante na expansão do evangelho de Cristo.
BUSCAM SABEDORIA. A filosofia, a cultura e a língua dos gregos se espalharam pelo mundo bíblico no tempo das conquistas de Alexandre, o imperador romano. Os grandes oradores dos tempos bíblicos do Novo Testamento eram os gregos que cultuavam a sabedoria como única fonte de iluminação do intelecto humano. A busca por conhecimentos gerais era mesmo o que mais ocupava as atividades dos povos da Grécia, que ficava no sul da Europa, incluindo cidades significativas daquela época.
MAS NÓS PREGAMOS A CRISTO CRUCIFICADO. Enquanto os Judeus pediam sinais e os Gregos buscavam a sabedoria secular. Os pregadores das boas novas do cristianismo pregavam sobre o Messias de Deus, que foi o enviado e ungido de Deus, Jesus de Nazaré, que por sua vez, como Cordeiro de Deus, era o Cristo crucificado. O mesmo que serviu de expiação e de propiciação pelos nossos pecados em um ato de reconciliação entre os homens e o Deus Criador, por meio da sua propiciação.
QUE É ESCÂNDALO PARA OS JUDEUS. Os Judeus viam a crucificação de Jesus de Nazaré como uma maldição, sem entenderem que ele foi maldito em nosso lugar. Como também viam este fato como um escândalo religioso e político na sociedade.
E LOUCURA PARA OS GREGOS. Para os Gregos a pregação da cruz era uma coisa de louco. Para os que se achavam os sábios da filosofia Grega uma mensagem de um homem crucificado no madeiro não tinha nenhum valor. Eles não criam na redenção.
PORQUE OS JUDEUS. Os Judeus eram moradores da Judeia. Os israelitas que voltaram do cativeiro para a província da Judeia e os seus descendentes passaram a ser chamados de judeus, porque a maioria deles eram da tribo de Judá (Esdras 4:12 e Neemias 1:2). Já no Novo Testamento o termo também é usado para designar aqueles que seguiam o judaísmo e que, às vezes, atacavam a fé cristã, chegando a perseguir os cristãos (Mateus 28:15, João 1:19, Atos 14:19). Jesus teve muitos problemas com os seus compatriotas Judeus que passaram a prossegui-lo por questões religiosas.
PEDEM SINAL. Os Judeus estavam tão cegos quanto à vinda do Messias, que não perceberam que Jesus de Nazaré era a chegada do Cristo de Deus. Quanto a esta expressão usada por Paulo ela é confirmada no Novo Testamente em passagens tais como Marcos 8:11-12 - E saíram os fariseus, e começaram a disputar com ele, pedindo-lhe, para o tentarem, um sinal do céu. João 4:48 - Então Jesus lhe disse: Se não virdes sinais e milagres, não crereis. Eles queriam provas de que Jesus era o Messias de Deus.
E OS GREGOS. Os Gregos eram os cidadãos da Grécia. (Atos 16:1) Nos fala a respeito de Timóteo que era filho de uma judia, porem o seu pai era da Grécia. (Romanos 1:16) Diz que o cidadão grego era para os Judeus aqueles que não eram Israelitas. (Atos 6:1) Também eram considerados gregos os Judeus que falavam o idioma grego e que viviam na dispersão, chamados helenistas. E grego era o idioma pelo qual foi escrito o Novo Testamento. Este idioma foi importante na expansão do evangelho de Cristo.
BUSCAM SABEDORIA. A filosofia, a cultura e a língua dos gregos se espalharam pelo mundo bíblico no tempo das conquistas de Alexandre, o imperador romano. Os grandes oradores dos tempos bíblicos do Novo Testamento eram os gregos que cultuavam a sabedoria como única fonte de iluminação do intelecto humano. A busca por conhecimentos gerais era mesmo o que mais ocupava as atividades dos povos da Grécia, que ficava no sul da Europa, incluindo cidades significativas daquela época.
MAS NÓS PREGAMOS A CRISTO CRUCIFICADO. Enquanto os Judeus pediam sinais e os Gregos buscavam a sabedoria secular. Os pregadores das boas novas do cristianismo pregavam sobre o Messias de Deus, que foi o enviado e ungido de Deus, Jesus de Nazaré, que por sua vez, como Cordeiro de Deus, era o Cristo crucificado. O mesmo que serviu de expiação e de propiciação pelos nossos pecados em um ato de reconciliação entre os homens e o Deus Criador, por meio da sua propiciação.
QUE É ESCÂNDALO PARA OS JUDEUS. Os Judeus viam a crucificação de Jesus de Nazaré como uma maldição, sem entenderem que ele foi maldito em nosso lugar. Como também viam este fato como um escândalo religioso e político na sociedade.
E LOUCURA PARA OS GREGOS. Para os Gregos a pregação da cruz era uma coisa de louco. Para os que se achavam os sábios da filosofia Grega uma mensagem de um homem crucificado no madeiro não tinha nenhum valor. Eles não criam na redenção.
sábado, 2 de dezembro de 2017
1 Coríntios 1:21
1 Coríntios 1:21 - Visto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação.
VISTO COMO NA SABEDORIA DE DEUS. A sabedoria de Deus é infinita e ilimitada. Não há quem possa sondar os conhecimentos de Deus. O homem por mais inteligente que possa ser não tem a capacidade nem de começar a entender a insondável sabedoria do Criador. Basta olhar até onde vai a nossa visão míope ao nosso redor e quem é um pouco inteligente logo percebe pelas coisas criadas e sustentadas pelo poderoso Deus da sabedoria que o grande arquiteto do universo tem conhecimento de todas as coisas. Sua sabedoria é superior a tudo e a todos, ninguém é sábio como Deus.
O MUNDO. Na maioria das vezes em que as Escrituras se referem ao mundo, está se tratando dos seres humanos de forma genérica. Os homens que tem a sua disposição a imensidão das coisas criadas não direciona sua atenção na potencialidade de conhecer como deve o seu Criador. Tem pessoas que passam a vida toda em busca do conhecimento secular (e não há nada de errado nisto), mas, não dedicam um dia de suas atividades para buscar conhecer a Deus assim como ele é. Conhecer a Deus é acumular sabedoria para a eternidade e conhecimento para a vida eterna.
NÃO CONHECEU A DEUS. O mundo não conheceu a Deus. A prova disto é que a maioria dos seres humanos deram as costas para o seu Criador. Os homens mais arrogantes chegam à petulância tal de negarem a existência do grande arquiteto do universo. O orgulho dos ímpios é tão grande ao ponto de se manterem alienados do seu Criador, confessando com palavras ou por obras que Deus não existe. Tornam-se indiferentes para com o Senhor, vivendo como se não fossem dar conta dos seus atos perante o juiz dos vivos e dos mortos. São os incrédulos que negam a Deus.
PELA SUA SABEDORIA. Quanto mais os rebeldes se aprofundam nos conhecimentos seculares mais se distanciam do Deus Criador. Era para ser o contrário, quanto mais o homem adquirisse sabedoria era para tornar-se mais próximo do Deus da sabedoria, ele que é a fonte do conhecimento e da verdadeira inteligência. Mas, o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos para que não compreenderem de que tudo de bom que adquirimos ou recebemos e temos provem do Deus Onisciente.
APROUVE A DEUS. Todavia é do agrado de Deus olhar para a terra e ver que existem aqueles que reconhecem a sua grandeza, que são justamente os seus servos e servas. O Criador tem neste vasto mundo dos seres humanos os seus queridos que foram iluminados com a sabedoria que vem do alto e receberam luz para conhecerem aquilo que lhes é permitido conhecer sobre o Deus Todo-poderoso, que sabe de tudo.
SALVAR OS CRENTES. São a estes que Deus o Pai agracia com sua bondade benevolente e com seu amor infinito. Dando-lhes a esperança de salvação e de vida eterna. Os que depositam a sua fé no Deus Criador são salvos da ignorância mundial.
PELA LOUCURA DA PREGAÇÃO. Para o mundo dos indiferentes para com o Criador, a mensagem do evangelho parece loucura. Mas, para os que depositam a sua confiança no Deus Criador, a loucura da pregação é meio de libertação, salvação e vida eterna.
VISTO COMO NA SABEDORIA DE DEUS. A sabedoria de Deus é infinita e ilimitada. Não há quem possa sondar os conhecimentos de Deus. O homem por mais inteligente que possa ser não tem a capacidade nem de começar a entender a insondável sabedoria do Criador. Basta olhar até onde vai a nossa visão míope ao nosso redor e quem é um pouco inteligente logo percebe pelas coisas criadas e sustentadas pelo poderoso Deus da sabedoria que o grande arquiteto do universo tem conhecimento de todas as coisas. Sua sabedoria é superior a tudo e a todos, ninguém é sábio como Deus.
O MUNDO. Na maioria das vezes em que as Escrituras se referem ao mundo, está se tratando dos seres humanos de forma genérica. Os homens que tem a sua disposição a imensidão das coisas criadas não direciona sua atenção na potencialidade de conhecer como deve o seu Criador. Tem pessoas que passam a vida toda em busca do conhecimento secular (e não há nada de errado nisto), mas, não dedicam um dia de suas atividades para buscar conhecer a Deus assim como ele é. Conhecer a Deus é acumular sabedoria para a eternidade e conhecimento para a vida eterna.
NÃO CONHECEU A DEUS. O mundo não conheceu a Deus. A prova disto é que a maioria dos seres humanos deram as costas para o seu Criador. Os homens mais arrogantes chegam à petulância tal de negarem a existência do grande arquiteto do universo. O orgulho dos ímpios é tão grande ao ponto de se manterem alienados do seu Criador, confessando com palavras ou por obras que Deus não existe. Tornam-se indiferentes para com o Senhor, vivendo como se não fossem dar conta dos seus atos perante o juiz dos vivos e dos mortos. São os incrédulos que negam a Deus.
PELA SUA SABEDORIA. Quanto mais os rebeldes se aprofundam nos conhecimentos seculares mais se distanciam do Deus Criador. Era para ser o contrário, quanto mais o homem adquirisse sabedoria era para tornar-se mais próximo do Deus da sabedoria, ele que é a fonte do conhecimento e da verdadeira inteligência. Mas, o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos para que não compreenderem de que tudo de bom que adquirimos ou recebemos e temos provem do Deus Onisciente.
APROUVE A DEUS. Todavia é do agrado de Deus olhar para a terra e ver que existem aqueles que reconhecem a sua grandeza, que são justamente os seus servos e servas. O Criador tem neste vasto mundo dos seres humanos os seus queridos que foram iluminados com a sabedoria que vem do alto e receberam luz para conhecerem aquilo que lhes é permitido conhecer sobre o Deus Todo-poderoso, que sabe de tudo.
SALVAR OS CRENTES. São a estes que Deus o Pai agracia com sua bondade benevolente e com seu amor infinito. Dando-lhes a esperança de salvação e de vida eterna. Os que depositam a sua fé no Deus Criador são salvos da ignorância mundial.
PELA LOUCURA DA PREGAÇÃO. Para o mundo dos indiferentes para com o Criador, a mensagem do evangelho parece loucura. Mas, para os que depositam a sua confiança no Deus Criador, a loucura da pregação é meio de libertação, salvação e vida eterna.
1 Coríntios 1:19-20
1 Coríntios 1:19-20 - Porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, E aniquilarei a inteligência dos inteligentes. Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo?
PORQUE ESTÁ ESCRITO. O texto que está diante de Paulo é uma citação livre que ele faz do Antigo Testamento, referente a Isaías 29:14 - Portanto eis que continuarei a fazer uma obra maravilhosa no meio deste povo, uma obra maravilhosa e um assombro; porque a sabedoria dos seus sábios perecerá, e o entendimento dos seus prudentes será aniquilado. Ou algo parecido com o salmos 33:10 - O Senhor desfaz o conselho dos gentios, e quebranta os intentos dos povos. Em todas as suas epístolas Paulo escreve “está escrito” se referindo as escrituras do Velho Testamento, tentando provar para os seus leitores, que Jesus de Nazaré era o Messias prometido nas Escrituras veterotestamentárias. E que a nova aliança de Deus com a humanidade é o cumprimento da antiga aliança de Deus com o seu povo Israel.
DESTRUIREI A SABEDORIA DOS SÁBIOS. O conhecimento secular era o tesouro da cultura popular da Grécia e, portanto, em Corinto como sendo o cérebro mesmo dos povos gentios da época de Paulo. Os poliglotas retóricos da boa oratória, faziam os seus discípulos aos milhares levando-os a crerem que a cultura era tudo na vida de uma pessoa. Mas, o evangelho das boas novas destruía a filosofia convencional dos gregos, quando transformava vidas pela eficácia da mensagem da cruz. Com isso o evangelho provava ser mais poderoso do que os conhecimentos teóricos dos gregos.
E ANIQUILAREI A INTELIGÊNCIA DOS INTELIGENTES. Os grandes oradores da cultura grega se achavam os homens mais inteligentes do mundo. Multiplicavam seus conceitos retóricos como sendo a fonte mesma de todo o conhecimento. Todavia, chegando de mansinho, o evangelho pregado por Paulo, convencia e tinha mais efeito na vida das pessoas, do que a cultura massificada e cauterizada na mente daqueles, que se deixavam dominar por conceitos e teorias vagas de palavras sem efeitos.
ONDE ESTÁ O SÁBIO? O sábio a que se refere Paulo, é justamente aquele que com habilidade faz a exposição de suas ideias, por meio de suas oratórias tecnicamente perfeitas, para convencer os seus ouvintes de que, a sabedoria secular é iluminadora.
ONDE ESTÁ O ESCRIBA? Os escribas deste texto eram os guardiões da sabedoria grega, em escritos das tradições e costumes milenares do conhecimento e dos documentos das civilizações mais remotas, daqueles povos ditos sábios. Os interpretes literários.
ONDE ESTÁ O INQUIRIDOR DESTE SÉCULO? Tanto os sábios dos discursos oratórios perfeitos, quanto os escribas interpretes dos documentos antigos da cultura grega, se perdiam diante da mensagem da cruz pregada por Paulo. Estes chamados inquiridores do conhecimento se tornavam nulos diante do Cristo crucificado anunciado por Paulo.
PORVENTURA NÃO TORNOU DEUS LOUCA A SABEDORIA DESTE MUNDO? A prova maior da veracidade desta expressão de Paulo é que, a mensagem da cruz tem sobrevivido e resistido ao tempo, chegando aos nossos dias com total potencialidade.
PORQUE ESTÁ ESCRITO. O texto que está diante de Paulo é uma citação livre que ele faz do Antigo Testamento, referente a Isaías 29:14 - Portanto eis que continuarei a fazer uma obra maravilhosa no meio deste povo, uma obra maravilhosa e um assombro; porque a sabedoria dos seus sábios perecerá, e o entendimento dos seus prudentes será aniquilado. Ou algo parecido com o salmos 33:10 - O Senhor desfaz o conselho dos gentios, e quebranta os intentos dos povos. Em todas as suas epístolas Paulo escreve “está escrito” se referindo as escrituras do Velho Testamento, tentando provar para os seus leitores, que Jesus de Nazaré era o Messias prometido nas Escrituras veterotestamentárias. E que a nova aliança de Deus com a humanidade é o cumprimento da antiga aliança de Deus com o seu povo Israel.
DESTRUIREI A SABEDORIA DOS SÁBIOS. O conhecimento secular era o tesouro da cultura popular da Grécia e, portanto, em Corinto como sendo o cérebro mesmo dos povos gentios da época de Paulo. Os poliglotas retóricos da boa oratória, faziam os seus discípulos aos milhares levando-os a crerem que a cultura era tudo na vida de uma pessoa. Mas, o evangelho das boas novas destruía a filosofia convencional dos gregos, quando transformava vidas pela eficácia da mensagem da cruz. Com isso o evangelho provava ser mais poderoso do que os conhecimentos teóricos dos gregos.
E ANIQUILAREI A INTELIGÊNCIA DOS INTELIGENTES. Os grandes oradores da cultura grega se achavam os homens mais inteligentes do mundo. Multiplicavam seus conceitos retóricos como sendo a fonte mesma de todo o conhecimento. Todavia, chegando de mansinho, o evangelho pregado por Paulo, convencia e tinha mais efeito na vida das pessoas, do que a cultura massificada e cauterizada na mente daqueles, que se deixavam dominar por conceitos e teorias vagas de palavras sem efeitos.
ONDE ESTÁ O SÁBIO? O sábio a que se refere Paulo, é justamente aquele que com habilidade faz a exposição de suas ideias, por meio de suas oratórias tecnicamente perfeitas, para convencer os seus ouvintes de que, a sabedoria secular é iluminadora.
ONDE ESTÁ O ESCRIBA? Os escribas deste texto eram os guardiões da sabedoria grega, em escritos das tradições e costumes milenares do conhecimento e dos documentos das civilizações mais remotas, daqueles povos ditos sábios. Os interpretes literários.
ONDE ESTÁ O INQUIRIDOR DESTE SÉCULO? Tanto os sábios dos discursos oratórios perfeitos, quanto os escribas interpretes dos documentos antigos da cultura grega, se perdiam diante da mensagem da cruz pregada por Paulo. Estes chamados inquiridores do conhecimento se tornavam nulos diante do Cristo crucificado anunciado por Paulo.
PORVENTURA NÃO TORNOU DEUS LOUCA A SABEDORIA DESTE MUNDO? A prova maior da veracidade desta expressão de Paulo é que, a mensagem da cruz tem sobrevivido e resistido ao tempo, chegando aos nossos dias com total potencialidade.
sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
1 Coríntios 1:18
1 Coríntios 1:18 - Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.
PORQUE. O escritor desta carta, dar continuidade neste texto, ao que vinha falando anteriormente sobre a mensagem da cruz, que Cefas (Pedro) não ousava nem falar porque como Judeu que era considerava a crucificação como uma maldição ou coisa escandalosa. Já o eloquente Apolo também não pregava certamente sobre um assunto de pouco importância para quem tem conhecimentos mais profundos na exposição de suas retóricas de oratórias emocionantes. Todavia, para Paulo falar da crucificação do Senhor Jesus era muito mais importante do que qualquer outra tema teológico.
A PALAVRA DA CRUZ. Esta expressão escrita por Paulo representa muito mais que palavras, porque diz respeito a tudo que envolve a obra redentora do Cristo de Deus para o benefício de toda a humanidade, e porque não dizer de toda a criação? Isso porque, a mensagem da cruz nos fala do ato de expiação que Jesus realizou para justificação de todo aquele que crer em seu poderoso nome. Também diz respeito à reconciliação forense que o Cordeiro de Deus executou para trazer o homem de volta aos braços do Deus Criador. A palavra da cruz nos fala da propiciação de Cristo em nosso lugar, por isso que a escritura diz: O castigo que nos traz a paz estava sobre ele.
É LOUCURA. Este tipo de mensagem sobre um homem sendo crucificado para salvar a humanidade era considerada uma mensagem ultrapassada para quem tinha na ponta da língua um discurso polido com palavras e adjetivos mais sofisticados. Todos aqueles que pregam sobre o evangelho da cruz é ignorado nos círculos dos chamados grandes pregadores das multidões nos dias de hoje. Quem prega um evangelho simples é logo sufocado pelos pregadores avivalistas que ovacionam as multidões com suas preleções carregadas de palavras emocionantes. Mas para Paulo era a mensagem de poder.
PARA OS QUE PERECEM. Os que perecem são aqueles que rejeitam a mensagem da cruz de Cristo. São aqueles que preferem viver de acordo com o mundanismo e as concupiscências da carne, do que aceitarem conscientemente de que a obra de redenção, propiciação e expiação realizada por Cristo é suficiente para redimir o mais vil pecador. Os que perecem são os que rejeitam o Cordeiro de Deus como Salvador.
MAS PARA NÓS. Paulo se inclui no grupo dos que tem compreendido que o sacrifício do Cordeiro de Deus foi para resgatar um povo que necessita do perdão dos seus pecados, pelo preço pago na no alto do gólgota. A remissão esta no sacrifício da cruz.
QUE SOMOS SALVOS. Para nós que somos salvos. Salvos não porque merecem, mas salvos porque o obra de Cristo foi perfeita para nos dar a possibilidade de ter uma vida futura feliz na presença de Deus e de Cristo. Salvos porque o preço da redenção pago pelo Cordeiro de Deus nos dar a chance de viver com o Pai numa eternidade feliz.
É O PODER DE DEUS. A mensagem da cruz é o poder de Deus. A pregação mais poderosa não é aquela que massageia o ego dos ouvintes, mas sim, é aquela que com clareza fala do valor da reconciliação do pecador com o seu Criador por meio de Cristo Jesus. A mensagem da cruz é forte porque transforma o pior dos pecadores.
PORQUE. O escritor desta carta, dar continuidade neste texto, ao que vinha falando anteriormente sobre a mensagem da cruz, que Cefas (Pedro) não ousava nem falar porque como Judeu que era considerava a crucificação como uma maldição ou coisa escandalosa. Já o eloquente Apolo também não pregava certamente sobre um assunto de pouco importância para quem tem conhecimentos mais profundos na exposição de suas retóricas de oratórias emocionantes. Todavia, para Paulo falar da crucificação do Senhor Jesus era muito mais importante do que qualquer outra tema teológico.
A PALAVRA DA CRUZ. Esta expressão escrita por Paulo representa muito mais que palavras, porque diz respeito a tudo que envolve a obra redentora do Cristo de Deus para o benefício de toda a humanidade, e porque não dizer de toda a criação? Isso porque, a mensagem da cruz nos fala do ato de expiação que Jesus realizou para justificação de todo aquele que crer em seu poderoso nome. Também diz respeito à reconciliação forense que o Cordeiro de Deus executou para trazer o homem de volta aos braços do Deus Criador. A palavra da cruz nos fala da propiciação de Cristo em nosso lugar, por isso que a escritura diz: O castigo que nos traz a paz estava sobre ele.
É LOUCURA. Este tipo de mensagem sobre um homem sendo crucificado para salvar a humanidade era considerada uma mensagem ultrapassada para quem tinha na ponta da língua um discurso polido com palavras e adjetivos mais sofisticados. Todos aqueles que pregam sobre o evangelho da cruz é ignorado nos círculos dos chamados grandes pregadores das multidões nos dias de hoje. Quem prega um evangelho simples é logo sufocado pelos pregadores avivalistas que ovacionam as multidões com suas preleções carregadas de palavras emocionantes. Mas para Paulo era a mensagem de poder.
PARA OS QUE PERECEM. Os que perecem são aqueles que rejeitam a mensagem da cruz de Cristo. São aqueles que preferem viver de acordo com o mundanismo e as concupiscências da carne, do que aceitarem conscientemente de que a obra de redenção, propiciação e expiação realizada por Cristo é suficiente para redimir o mais vil pecador. Os que perecem são os que rejeitam o Cordeiro de Deus como Salvador.
MAS PARA NÓS. Paulo se inclui no grupo dos que tem compreendido que o sacrifício do Cordeiro de Deus foi para resgatar um povo que necessita do perdão dos seus pecados, pelo preço pago na no alto do gólgota. A remissão esta no sacrifício da cruz.
QUE SOMOS SALVOS. Para nós que somos salvos. Salvos não porque merecem, mas salvos porque o obra de Cristo foi perfeita para nos dar a possibilidade de ter uma vida futura feliz na presença de Deus e de Cristo. Salvos porque o preço da redenção pago pelo Cordeiro de Deus nos dar a chance de viver com o Pai numa eternidade feliz.
É O PODER DE DEUS. A mensagem da cruz é o poder de Deus. A pregação mais poderosa não é aquela que massageia o ego dos ouvintes, mas sim, é aquela que com clareza fala do valor da reconciliação do pecador com o seu Criador por meio de Cristo Jesus. A mensagem da cruz é forte porque transforma o pior dos pecadores.
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