Tiago 2:11 - Porque aquele que disse: Não cometerás adultério, também disse: Não matarás. Se tu, pois não cometeres adultério, mas matares estás feito transgressor da lei.
PORQUE AQUELE QUE DISSE. Os filhos de Israel acreditavam que a lei de Moisés foi dada por Deus ao seu povo, a fim de que os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó fizessem a vontade do Deus eterno. O grande legislador, Moisés passou quarenta dias no monte Sinai, ausente dos filhos de Israel, ouvindo da parte do Senhor tudo aquilo que ele escreveu para a nova nação que estava sendo implantada na terra de Canaã. Portanto, conforme a tradição judaica, a lei de Moisés veio diretamente de Deus.
NÃO. Pelas teses defendidas pelos comentaristas do Pentateuco, a legislação mosaica continha trezentos e sessenta e cinco proibições mais ortodoxas para os seguidores do judaísmo, uma proibição para cada dia do ano. De forma que, entre os juízos, estatutos, preceitos, mandamentos e leis contidas na legislação mosaica, a sua grande maioria era para controlar os atos dos seguidores do judaísmo para não praticarem coisas erradas contra a vontade de Deus nem contra o próximo.
COMETERÁS ADULTÉRIO. As sagradas Escrituras falam em linhas gerais sobre quatro tipos de pecados sexuais mais graves, tais como: O adultério, a prevaricação, fornicação e o homossexualismo. O adultério é a pratica sexual entre duas pessoas casadas, prevaricação entre uma pessoa casada e uma solteira, a fornicação é o ato sexual entre duas pessoas solteiras, já o homossexualismo é a prática sexual entre pessoas do mesmo sexo. A lei de Moisés era dura contra a prática do adultério.
TAMBÉM DISSE: NÃO MATARÁS. O mesmo que esteve no Monte Sinai para entregar a lei a Moisés que diz que não se deve adulterar, ou seja, que aquele marido ou aquela esposa que são casados não devem trair uns aos outros. É o mesmo que também escreveu o mesmo mandamento que proíbe alguém de tirar a vida do seu semelhante (Êxodo 20:13-14). Não se sabe ao certo porque o escritor usou estes dois mandamentos, talvez seja, porque eram os mais transgredidos pelos seus leitores.
SE TU, POIS NÃO COMENTE ADULTÉRIO. As duas frases seguintes é uma explicação do texto anterior que diz: Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos. É como se ver nos dias de hoje alguém dizer: Eu não mato nem roubo, por isso não preciso me converter. No tempo da velha aliança ou legislação mosaica, alguém se justificava pela sua fidelidade conjugal, porem, se fosse necessário tirar a vida do seu próximo, não se achava culpado diante da lei.
MAS MATARES. Este transgressor da lei supervalorizava um mandamento da lei em detrimento de outro, como se uma palavra fosse mais importante do que a outra. Se alguém fosse fiel em seu contrato matrimonial, podia transgredir sem problema as demais ordenanças da lei, e com isso matavam os outros sem nenhum peso na consciência. “Não matarás”, este mandamento devia ser o principal da lei de Moisés.
ESTÁS FEITO TRANSGRESSOR DA LEI. Os dez mandamentos eram todos iguais em termos de importância. De forma que, se alguém guardasse nove e transgredisse um deles, era de igual modo culpado perante a lei. Nos dias de hoje, percebe-se que alguns líderes religiosos supervalorizam textos bíblicos em detrimento de outros.
Comentário Expositivo do Novo Testamento - Neste perfil, fazemos a exposição exegética de cada versículo, frases e palavras, com detalhes. Este comentário não é um tratado teológico para acadêmicos, mas sim para os leitores amantes da palavra de Deus. Usamos uma linguagem bem compreensível para quem ainda não é profundo no conhecimento bíblico. Qualquer membro do corpo de Cristo tem a capacidade de aprender com os ensinos simples deste Comentário Expositivo do Novo Testamento.
terça-feira, 24 de novembro de 2015
Tiago 2:9-10
Tiago 2:9-10 - Mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado, e sois redarguidos pela lei como transgressores. Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos.
MAS, SE FAZEIS ACEPÇÃO DE PESSOAS. Provavelmente o autor tinha em mente os seus compatriotas judeus que diziam guardarem a legislação mosaica, mas que certamente estavam transgredindo a lei de Moisés, na prática da acepção de Pessoas. No caso em Pauta, esta acepção de pessoas cometida pelos líderes das sinagogas se fazia por meio da distinção entre os ricos e os pobres, dando elevados privilégios aos poderosos em detrimento dos mais humildes e pobres, o que não devia acontecer.
COMETEIS PECADO. Conforme a palavra de Deus, cometer pecado é transgredir um ou mais mandamentos expressos dentro das Sagradas Escrituras. Para um judeu piedoso e que dizia ser obediente a legislação mosaica, se ele praticasse o ato de acepção de pessoas estaria de fato sendo igual a um pecador gentio. Mesmo que fosse um líder do judaísmo, se alguém fosse tido como um transgressor da lei devia ser responsabilizado pelos seus atos, com duras penas e consequências pelo pecado cometido.
E SOIS REDARGUIDOS PELA LEI. A própria legislação de Moisés destacava como pecado a prática da acepção de pessoas (Levíticos 19:15). De maneira que se alguém faz na realidade descriminação entre o rico e o pobre, tratando um melhor do que o outro é acusado pela própria lei como pecador. Todos eram conhecedores de que a lei era mais complacente com os menos afortunados. Até porque os mais bem sucedidos, por natureza, já são providos dos seus privilégios pelo poder econômico que possuem.
COMO TRANSGRESSORES. Essa é uma expressão usada originalmente para qualificar a desobediência a uma lei que é ordenada e que não pode ser transgredida por quem quer que seja. Também significa ter pleno conhecimento de que está no caminho errado e persistir na direção das consequências pela prática do pecado. Os líderes para os quais esta carta estava sendo enviada sabiam dos seus deveres de não praticarem acepção de pessoas, todavia, mesmo assim insistiam em transgredir o mandamento.
PORQUE QUALQUER QUE GUARDAR TODA A LEI. Os judeus procuravam fazer um compromisso religioso com os seus descendentes logo cedo na vida, quando no oitavo dia do seu nascimento, já apresentava o pequeno menino aos sacerdotes, e executava a circuncisão, o que algumas religiões fazem por meio do batismo infantil. A partir de então, todos passavam a fazer parte do judaísmo, e tinham que guardar a lei.
E TROPEÇAR EM UM SÓ PONTO. Conforme as tradições do judaísmo, sobre os pais caiam a responsabilidade de educarem seus filhos em todos os preceitos da legislação mosaica. É tanto que, os filhos de um judeu piedoso sabiam de toda à legislação de Moisés, quando atingiam sua maioridade. E eram obrigados a obedecerem a todas as ordenanças da lei, sem transgredirem a nenhum preceito dela. Isso era uma regra.
TORNOU-SE CULPADO DE TODOS. No entanto, mesmo que alguém fosse zeloso ao extremo, em procurar guardar a legislação mosaica, mas se porventura pecasse em pelo menos o menor de todos os mandamentos, era considerado transgressor da lei por inteira.
MAS, SE FAZEIS ACEPÇÃO DE PESSOAS. Provavelmente o autor tinha em mente os seus compatriotas judeus que diziam guardarem a legislação mosaica, mas que certamente estavam transgredindo a lei de Moisés, na prática da acepção de Pessoas. No caso em Pauta, esta acepção de pessoas cometida pelos líderes das sinagogas se fazia por meio da distinção entre os ricos e os pobres, dando elevados privilégios aos poderosos em detrimento dos mais humildes e pobres, o que não devia acontecer.
COMETEIS PECADO. Conforme a palavra de Deus, cometer pecado é transgredir um ou mais mandamentos expressos dentro das Sagradas Escrituras. Para um judeu piedoso e que dizia ser obediente a legislação mosaica, se ele praticasse o ato de acepção de pessoas estaria de fato sendo igual a um pecador gentio. Mesmo que fosse um líder do judaísmo, se alguém fosse tido como um transgressor da lei devia ser responsabilizado pelos seus atos, com duras penas e consequências pelo pecado cometido.
E SOIS REDARGUIDOS PELA LEI. A própria legislação de Moisés destacava como pecado a prática da acepção de pessoas (Levíticos 19:15). De maneira que se alguém faz na realidade descriminação entre o rico e o pobre, tratando um melhor do que o outro é acusado pela própria lei como pecador. Todos eram conhecedores de que a lei era mais complacente com os menos afortunados. Até porque os mais bem sucedidos, por natureza, já são providos dos seus privilégios pelo poder econômico que possuem.
COMO TRANSGRESSORES. Essa é uma expressão usada originalmente para qualificar a desobediência a uma lei que é ordenada e que não pode ser transgredida por quem quer que seja. Também significa ter pleno conhecimento de que está no caminho errado e persistir na direção das consequências pela prática do pecado. Os líderes para os quais esta carta estava sendo enviada sabiam dos seus deveres de não praticarem acepção de pessoas, todavia, mesmo assim insistiam em transgredir o mandamento.
PORQUE QUALQUER QUE GUARDAR TODA A LEI. Os judeus procuravam fazer um compromisso religioso com os seus descendentes logo cedo na vida, quando no oitavo dia do seu nascimento, já apresentava o pequeno menino aos sacerdotes, e executava a circuncisão, o que algumas religiões fazem por meio do batismo infantil. A partir de então, todos passavam a fazer parte do judaísmo, e tinham que guardar a lei.
E TROPEÇAR EM UM SÓ PONTO. Conforme as tradições do judaísmo, sobre os pais caiam a responsabilidade de educarem seus filhos em todos os preceitos da legislação mosaica. É tanto que, os filhos de um judeu piedoso sabiam de toda à legislação de Moisés, quando atingiam sua maioridade. E eram obrigados a obedecerem a todas as ordenanças da lei, sem transgredirem a nenhum preceito dela. Isso era uma regra.
TORNOU-SE CULPADO DE TODOS. No entanto, mesmo que alguém fosse zeloso ao extremo, em procurar guardar a legislação mosaica, mas se porventura pecasse em pelo menos o menor de todos os mandamentos, era considerado transgressor da lei por inteira.
Tiago 2:8
Tiago 2:8 - Todavia, se cumprirdes, conforme a Escritura, a lei real: Amarás a teu próximo como a ti mesmo, bem fazeis.
TODAVIA, SE CUMPRIRDES. Nos textos anteriores o apóstolo vinha acusando os ricos opressores e inimigos do cristianismo, de levarem os cristãos aos tribunais com o intuito de condena-los perante as regras das religiões e as leis romanas. Todavia, ele esperava que os líderes para os quais ele estava escrevendo fossem cumpridores das leis de Deus, tanto aquelas que estavam na legislação mosaica, quanto as novas ordenanças conforme a nova dispensação da graça, proposta por Deus em Cristo Jesus.
CONFORME AS ESCRITURAS. Estas Escrituras sobre as quais o autor se reporta dizem respeito a todos os Escritos, além é claro das tradições orais, do judaísmo e do cristianismo. Certamente seu pensamento se lembra das Sagradas Escrituras dos judeus, aquelas que faziam parte dos Cânons, (porque quando Cristo veio havia três), bem como tudo aquilo que já havia escrito sobre o evangelho da nova dispensação da graça. Tais Escrituras tinham uma importância fundamental para os judeus e os cristãos.
A LEI REAL. É bem provável que o escritor se refira a duas coisas muito importantes para os seus leitores. Em um momento, seu pensamento pode estar se reportando a legislação mosaica com todas as suas regras, estatutos e mandamentos. Por outro lado, ele direciona seus leitores a essência mesmo do evangelho de Cristo, que tem como força motivadora a prática do amor fraternal. Todas as Sagradas Escrituras tem um objetivo forte que é fazer com que os seres humanos amem uns aos outros.
AMARÁS. “O amor” que é conforme a vontade de Deus deve ser praticado em três direções. Os conjugues devem se amar da forma mais intensa e pura que for possível, bem como os familiares de um modo em geral. A lei real de Cristo também nos ensina que devemos amar ao nosso semelhante como a nós mesmos. E acima de tudo, devemos amar a Deus mais que qualquer coisa, com toda a nossa alma, com todo o nosso coração, com todo o nosso entendimento e com todas as nossas forças.
A TEU PRÓXIMO. Amarás ao teu próximo. Este é o segundo mandamento da lei de Cristo e tudo que envolve a nossa comunhão cristã para a nova dispensação da graça. Marcos 12:31 - E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes. Os líderes religiosos para os quais o apóstolo estava escrevendo estavam negando o segundo mandamento da lei de Cristo, ao fazerem acepção pessoas, desprezando os mais humildes e pobres.
COMO A TI MESMO. Sempre estamos querendo o melhor para nós mesmos e lutamos com todas as nossas forças para alcançarmos os nossos melhores objetivos e planos. Da mesma forma, devemos sempre estarmos envolvidos em boas ações e atos para proporcionarmos o bem do nosso semelhante, porque esta é a vontade de Deus e a lei de Cristo.
BEM FAZEIS. Os ensinos do escritor são para que os seus leitores possam viver da melhor maneira possível em sociedade, seja no meio da irmandade ou onde estiverem na coletividade. E somente considerando ao próximo e o respeitando como a si mesmo é que alguém pode desfrutar de comunhão cristã com o seu semelhante e com todos.
TODAVIA, SE CUMPRIRDES. Nos textos anteriores o apóstolo vinha acusando os ricos opressores e inimigos do cristianismo, de levarem os cristãos aos tribunais com o intuito de condena-los perante as regras das religiões e as leis romanas. Todavia, ele esperava que os líderes para os quais ele estava escrevendo fossem cumpridores das leis de Deus, tanto aquelas que estavam na legislação mosaica, quanto as novas ordenanças conforme a nova dispensação da graça, proposta por Deus em Cristo Jesus.
CONFORME AS ESCRITURAS. Estas Escrituras sobre as quais o autor se reporta dizem respeito a todos os Escritos, além é claro das tradições orais, do judaísmo e do cristianismo. Certamente seu pensamento se lembra das Sagradas Escrituras dos judeus, aquelas que faziam parte dos Cânons, (porque quando Cristo veio havia três), bem como tudo aquilo que já havia escrito sobre o evangelho da nova dispensação da graça. Tais Escrituras tinham uma importância fundamental para os judeus e os cristãos.
A LEI REAL. É bem provável que o escritor se refira a duas coisas muito importantes para os seus leitores. Em um momento, seu pensamento pode estar se reportando a legislação mosaica com todas as suas regras, estatutos e mandamentos. Por outro lado, ele direciona seus leitores a essência mesmo do evangelho de Cristo, que tem como força motivadora a prática do amor fraternal. Todas as Sagradas Escrituras tem um objetivo forte que é fazer com que os seres humanos amem uns aos outros.
AMARÁS. “O amor” que é conforme a vontade de Deus deve ser praticado em três direções. Os conjugues devem se amar da forma mais intensa e pura que for possível, bem como os familiares de um modo em geral. A lei real de Cristo também nos ensina que devemos amar ao nosso semelhante como a nós mesmos. E acima de tudo, devemos amar a Deus mais que qualquer coisa, com toda a nossa alma, com todo o nosso coração, com todo o nosso entendimento e com todas as nossas forças.
A TEU PRÓXIMO. Amarás ao teu próximo. Este é o segundo mandamento da lei de Cristo e tudo que envolve a nossa comunhão cristã para a nova dispensação da graça. Marcos 12:31 - E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes. Os líderes religiosos para os quais o apóstolo estava escrevendo estavam negando o segundo mandamento da lei de Cristo, ao fazerem acepção pessoas, desprezando os mais humildes e pobres.
COMO A TI MESMO. Sempre estamos querendo o melhor para nós mesmos e lutamos com todas as nossas forças para alcançarmos os nossos melhores objetivos e planos. Da mesma forma, devemos sempre estarmos envolvidos em boas ações e atos para proporcionarmos o bem do nosso semelhante, porque esta é a vontade de Deus e a lei de Cristo.
BEM FAZEIS. Os ensinos do escritor são para que os seus leitores possam viver da melhor maneira possível em sociedade, seja no meio da irmandade ou onde estiverem na coletividade. E somente considerando ao próximo e o respeitando como a si mesmo é que alguém pode desfrutar de comunhão cristã com o seu semelhante e com todos.
Tiago 2:6-7
Tiago 2:6-7 - Mas vós desonrastes o pobre. Porventura não vos oprimem os ricos, e não vos arrastam aos tribunais? Porventura não blasfemam eles o bom nome que sobre vós foi invocado?
MAS VÓS DESONRASTES O POBRE. O escritor faz uma acusação grave sobre os líderes religiosos que fazem acepção de pessoas nas reuniões, quando enchem a bola dos mais ricos e dos que ocupam posições de destaque ou influencias dentro da comunidade religiosa em detrimento aos mais simples e humildes do povo. Por causa de interesses pessoas e no exercício do comercio da fé, muitos põem os ricos lá em cima e humilham ou desprezam os que são desprovidos de condições financeiras.
PORVENTURA NÃO VOS OPRIMEM. Na época em que esta epístola foi escrita, as grandes massas dos seguidores do cristianismo eram pessoas humildes da sociedade que eram oprimidas pelos mais ricos, pelas autoridades romanas e pelos poderosos líderes das religiões pagãs. A maioria dos cristãos primitivos tiveram que ser perseguidos e humilhados por estes dominadores políticos ou religiosos, em que eram confiscados os seus bens, depois eram presos e até mortos por seguirem a Jesus.
OS RICOS. Estes ricos aos quais se refere o apóstolo dizem respeito aos poderosos financeiramente, bem como todos os senhores de escravos que maltratavam os seus servos e escravos para tirarem proveito financeiro dos mesmos. Como também eram as autoridades romanas, que gozavam dos privilégios da corte para explorarem os súditos e vassalos do império com altos impostos e uma carga tributária insuportável. Por fim, estes ricos também eram os enganadores líderes das falsas religiões heréticas.
E NÃO VOS ARRASTAM AOS TRIBUNAIS. Nesta época, praticamente todos os cristãos tinham que ser submetidos aos tribunais religiosos e da justiça imperial por questões meramente religiosas. O fato de alguém confessar pertencer ao cristianismo, já era motivo para os inimigos do povo de Cristo perseguir os novos convertidos. Os líderes do judaísmo e das demais religiões que eram contra o surgimento do cristianismo, por qualquer motivo levava os seguidores do evangelho aos tribunais do império romano.
PORVENTURA NÃO BLASFEMAM ELES. Além de matarem o Senhor Jesus, os opositores do cristianismo faziam de tudo para profanarem tudo que dizia respeito as coisas que envolviam a nova religião fundada pelo Senhor Jesus. Os judaizantes, os gnósticos e os falsos líderes das seitas heréticas pagãs, nutriam um ódio implacável contra Jesus e contra o cristianismo, ao ponto de blasfemarem contra tudo que Cristo ensinou, e contra tudo que envolvia a nova dispensação da graça.
O BOM NOME. Este bom nome sobre o qual o autor se refere diz respeito ao nome de Jesus Cristo. A condenação pela cruz e a morte de Cristo foi uma investida do império das trevas contra o nome que é sobre todo o nome, que é o nome de “Jesus”.
QUE SOBRE VÓS FOI INVOCADO. O diabo com os seus demônios usaram muitas autoridades religiosas e políticas para tentar apagar o bom nome de Jesus do coração das pessoas. Cada religião antiga, nesta época, tinha as suas próprias falsas divindades e não permitia que o nome de Jesus fosse invocado pelos seus prosélitos.
MAS VÓS DESONRASTES O POBRE. O escritor faz uma acusação grave sobre os líderes religiosos que fazem acepção de pessoas nas reuniões, quando enchem a bola dos mais ricos e dos que ocupam posições de destaque ou influencias dentro da comunidade religiosa em detrimento aos mais simples e humildes do povo. Por causa de interesses pessoas e no exercício do comercio da fé, muitos põem os ricos lá em cima e humilham ou desprezam os que são desprovidos de condições financeiras.
PORVENTURA NÃO VOS OPRIMEM. Na época em que esta epístola foi escrita, as grandes massas dos seguidores do cristianismo eram pessoas humildes da sociedade que eram oprimidas pelos mais ricos, pelas autoridades romanas e pelos poderosos líderes das religiões pagãs. A maioria dos cristãos primitivos tiveram que ser perseguidos e humilhados por estes dominadores políticos ou religiosos, em que eram confiscados os seus bens, depois eram presos e até mortos por seguirem a Jesus.
OS RICOS. Estes ricos aos quais se refere o apóstolo dizem respeito aos poderosos financeiramente, bem como todos os senhores de escravos que maltratavam os seus servos e escravos para tirarem proveito financeiro dos mesmos. Como também eram as autoridades romanas, que gozavam dos privilégios da corte para explorarem os súditos e vassalos do império com altos impostos e uma carga tributária insuportável. Por fim, estes ricos também eram os enganadores líderes das falsas religiões heréticas.
E NÃO VOS ARRASTAM AOS TRIBUNAIS. Nesta época, praticamente todos os cristãos tinham que ser submetidos aos tribunais religiosos e da justiça imperial por questões meramente religiosas. O fato de alguém confessar pertencer ao cristianismo, já era motivo para os inimigos do povo de Cristo perseguir os novos convertidos. Os líderes do judaísmo e das demais religiões que eram contra o surgimento do cristianismo, por qualquer motivo levava os seguidores do evangelho aos tribunais do império romano.
PORVENTURA NÃO BLASFEMAM ELES. Além de matarem o Senhor Jesus, os opositores do cristianismo faziam de tudo para profanarem tudo que dizia respeito as coisas que envolviam a nova religião fundada pelo Senhor Jesus. Os judaizantes, os gnósticos e os falsos líderes das seitas heréticas pagãs, nutriam um ódio implacável contra Jesus e contra o cristianismo, ao ponto de blasfemarem contra tudo que Cristo ensinou, e contra tudo que envolvia a nova dispensação da graça.
O BOM NOME. Este bom nome sobre o qual o autor se refere diz respeito ao nome de Jesus Cristo. A condenação pela cruz e a morte de Cristo foi uma investida do império das trevas contra o nome que é sobre todo o nome, que é o nome de “Jesus”.
QUE SOBRE VÓS FOI INVOCADO. O diabo com os seus demônios usaram muitas autoridades religiosas e políticas para tentar apagar o bom nome de Jesus do coração das pessoas. Cada religião antiga, nesta época, tinha as suas próprias falsas divindades e não permitia que o nome de Jesus fosse invocado pelos seus prosélitos.
Tiago 2:5
Tiago 2:5 - Ouvi, meus amados irmãos: Porventura não escolheu Deus aos pobres deste mundo para serem ricos na fé, e herdeiros do reino que prometeu aos que o amam?
OUVI, MEUS AMADOS IRMÃO. Na realidade o autor estava escrevendo e não falando ou pregando, porem, ele se ver diante de uma multidão a pregar estas verdades importantes sobre as doutrinas cristãs, que expressam a vontade de Deus para o seu povo. O escritor demonstra o seu carinho para com os seus leitores ao trata-los de meus amados. Quando o apóstolo chama os seus leitores de irmãos, é porque esta era uma tradição dos judeus, que passou a ser também usada pelos cristãos.
PORVENTURA NÃO ESCOLHEU DEUS. Falar sobre a escolha de Deus é a mesma coisas que ensinar sobre a predestinação bíblica (Efésios 1:4-6). O próprio Jesus falou e disse: Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós e vos nomeei (João 15:16). Primeiro o Senhor nos conheceu de antemão, e aos que conheceu, a estes predestinou, e aos que predestinou a estes também justificou, e aos que justificou a estas também glorificou. Tudo isto aponta para uma ação positiva da parte de Deus.
AOS POBRES. Às vezes esta palavra “pobre” dentro das Sagradas Escrituras fala sobre os humildes e simples da sociedade e não somente sobre os desprovidos de poder econômico. Isso quer dizer-nos o texto que Deus escolheu os simples e humildes deste mundo para viverem pela fé. O ser humano em geral é complicado, porque quando está vivendo bem se esquece de Deus, mas quando está passando por dificuldades se lembra de Deus. Por isso que a maioria dos que servem a Deus são pobres.
DESTE MUNDO. Infelizmente a sociedade está dividida entre ricos e pobres, entre aqueles que se dão bem na vida economicamente e aqueles que todos os dias têm que enfrentarem a lei da sobrevivência. Como diz um ditado popular: a grande maioria tem que matar um leão a cada dia para continuar vivo. E percebe-se na prática que os mais sofredores são aqueles que justamente fazem a opção em buscarem o reino de Deus em primeiro lugar e as coisas que são de cima. Porque dos pobres é o reino de Deus.
PARA SEREM RICOS NA FÉ. Por que os pobres são chamados para serem ricos na fé? Não é preciso ser muito inteligente para se descobrir esta verdade. A realidade é que os mais pobres da sociedade quase sempre estão enfrentando dificuldades na vida e não tem a quem recorrer, senão exercer a sua fé e confiança nas providências de Deus. Os ricos buscam soluções para seus problemas por meio do dinheiro. Já o pobre, como não tem dinheiro, tem que esperar um milagre acontecer em seu favor.
E HERDEIROS DO REINO. Na nova aliança de Deus com a humanidade requer-se do ser humano e exercício da sua fé na obra perfeita de redenção já realizada por Cristo Jesus. Como os mais pobres, que recorrem a Deus em suas necessidades, exercem a sua fé no Deus Todo-poderoso, essa mesma fé proporciona aos tais a vida eterna.
QUE PROMETEU AOS QUE O AMAM? O primeiro mandamento da lei de Cristo é justamente amar a Deus acima de qualquer coisa (Mateus 12:30). Quem ama a Deus mais do que as coisas materiais e deste mundo, passa a ser herdeiro do reino de Deus.
OUVI, MEUS AMADOS IRMÃO. Na realidade o autor estava escrevendo e não falando ou pregando, porem, ele se ver diante de uma multidão a pregar estas verdades importantes sobre as doutrinas cristãs, que expressam a vontade de Deus para o seu povo. O escritor demonstra o seu carinho para com os seus leitores ao trata-los de meus amados. Quando o apóstolo chama os seus leitores de irmãos, é porque esta era uma tradição dos judeus, que passou a ser também usada pelos cristãos.
PORVENTURA NÃO ESCOLHEU DEUS. Falar sobre a escolha de Deus é a mesma coisas que ensinar sobre a predestinação bíblica (Efésios 1:4-6). O próprio Jesus falou e disse: Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós e vos nomeei (João 15:16). Primeiro o Senhor nos conheceu de antemão, e aos que conheceu, a estes predestinou, e aos que predestinou a estes também justificou, e aos que justificou a estas também glorificou. Tudo isto aponta para uma ação positiva da parte de Deus.
AOS POBRES. Às vezes esta palavra “pobre” dentro das Sagradas Escrituras fala sobre os humildes e simples da sociedade e não somente sobre os desprovidos de poder econômico. Isso quer dizer-nos o texto que Deus escolheu os simples e humildes deste mundo para viverem pela fé. O ser humano em geral é complicado, porque quando está vivendo bem se esquece de Deus, mas quando está passando por dificuldades se lembra de Deus. Por isso que a maioria dos que servem a Deus são pobres.
DESTE MUNDO. Infelizmente a sociedade está dividida entre ricos e pobres, entre aqueles que se dão bem na vida economicamente e aqueles que todos os dias têm que enfrentarem a lei da sobrevivência. Como diz um ditado popular: a grande maioria tem que matar um leão a cada dia para continuar vivo. E percebe-se na prática que os mais sofredores são aqueles que justamente fazem a opção em buscarem o reino de Deus em primeiro lugar e as coisas que são de cima. Porque dos pobres é o reino de Deus.
PARA SEREM RICOS NA FÉ. Por que os pobres são chamados para serem ricos na fé? Não é preciso ser muito inteligente para se descobrir esta verdade. A realidade é que os mais pobres da sociedade quase sempre estão enfrentando dificuldades na vida e não tem a quem recorrer, senão exercer a sua fé e confiança nas providências de Deus. Os ricos buscam soluções para seus problemas por meio do dinheiro. Já o pobre, como não tem dinheiro, tem que esperar um milagre acontecer em seu favor.
E HERDEIROS DO REINO. Na nova aliança de Deus com a humanidade requer-se do ser humano e exercício da sua fé na obra perfeita de redenção já realizada por Cristo Jesus. Como os mais pobres, que recorrem a Deus em suas necessidades, exercem a sua fé no Deus Todo-poderoso, essa mesma fé proporciona aos tais a vida eterna.
QUE PROMETEU AOS QUE O AMAM? O primeiro mandamento da lei de Cristo é justamente amar a Deus acima de qualquer coisa (Mateus 12:30). Quem ama a Deus mais do que as coisas materiais e deste mundo, passa a ser herdeiro do reino de Deus.
Tiago 2:4
Tiago 2:4 - Porventura não fizestes distinção entre vós mesmos, e não vos fizestes juízes de maus pensamentos?
PORVENTURA. Se um líder religioso ou um dirigente de culto se comportar tal como apontou a autor no texto anterior, porventura ele não praticou acepção de pessoas, que nos dias de hoje isso é chamado de discriminação, o que a lei vigente de alguns países chama de crime. Quem estiver na frente de um trabalho não pode nem deve tratar com privilégios alguém, simplesmente porque esta pessoa possui riquezas materiais, ao mesmo tempo discriminar outro porque é pobre economicamente.
NÃO FIZESTES. Como esta é uma das epístolas universais, não podemos afirmar que o escritor tivesse alguém em mente, como se conhecesse o caso pessoalmente. Mas podemos conjecturar que o autor tinha certeza de que casos desta natureza aconteciam na igreja primitiva e que acontece também nos dias de hoje. Em que alguns líderes religiosos recebem bem na igreja alguém que tem poder financeiro, enquanto despreza outros porque são pessoas simples e não possuem dinheiro.
DISTINÇÃO. O que temos aqui é: Porventura não fizestes acepção de pessoas? É bom lembrar que Tiago era a autoridade eclesiástica principal, neste tempo, da igreja cristã de Jerusalém. Portanto, ele tinha respaldo o suficiente para fazer esta assertiva a qualquer outra autoridade religiosa, seja do cristianismo ou do judaísmo. Com isso, podemos pensar que nos trabalhos que ele dirigia e nas igrejas por ele supervisionadas não era permitido fazer distinção das pessoas pela sua classe social.
ENTRE VÓS MESMOS. Se a advertência é dirigida a um líder principal de uma sinagoga judaica, o apóstolo conhecia bem os costumes dos judeus, que não se permitia tratar um seguidor do judaísmo em detrimento de outro. Se a exortação é direcionada a um líder do cristianismo, isso é que não podia acontecer, até porque o cristianismo tem como base a prática do amor fraternal, tese essa que não é permitido se fazer discriminação de quem quer que seja, seja uma pessoa rica, ou seja ela pobre.
E NÃO VOS FIZESTES. Qualquer líder de uma religião que faz acepção de pessoas está fora da vontade de Deus, uma vez que, o próprio Deus não faz esse tipo de Coisa (Romanos 2:11). Deus trata os seres humanos com o bem e da melhor maneira possível. Da mesma forma, o querer do Criador é que nós, seres humanos consideremos a todos de igual modo, sem privilégios para uns nem descriminação para outros. O valor de alguém não pode ser determinado pelo que ela tem de riqueza.
JUÍZES. Ninguém tem o direito de se por como juiz e praticar injustiça. Quando alguém trata um pobre com desprezo pela sua condição social, está afrontando a justiça de Deus, ele que não faz acepção de pessoa. Se colocar na posição de juiz neste caso e querer estar acima do bem e do mal. É se achar o rei da cocada preta e Deus não aceita este tipo de coisa.
DE MAUS PENSAMENTOS? Espera-se de um líder religioso, que ele não seja preconceituoso no tocante a tratar as pessoas pela sua condição social. Na igreja de Cristo, os mais bem sucedidos economicamente não são melhores do que os de menores condições econômicas. Somos todos servos de Deus e irmãos uns dos outros.
PORVENTURA. Se um líder religioso ou um dirigente de culto se comportar tal como apontou a autor no texto anterior, porventura ele não praticou acepção de pessoas, que nos dias de hoje isso é chamado de discriminação, o que a lei vigente de alguns países chama de crime. Quem estiver na frente de um trabalho não pode nem deve tratar com privilégios alguém, simplesmente porque esta pessoa possui riquezas materiais, ao mesmo tempo discriminar outro porque é pobre economicamente.
NÃO FIZESTES. Como esta é uma das epístolas universais, não podemos afirmar que o escritor tivesse alguém em mente, como se conhecesse o caso pessoalmente. Mas podemos conjecturar que o autor tinha certeza de que casos desta natureza aconteciam na igreja primitiva e que acontece também nos dias de hoje. Em que alguns líderes religiosos recebem bem na igreja alguém que tem poder financeiro, enquanto despreza outros porque são pessoas simples e não possuem dinheiro.
DISTINÇÃO. O que temos aqui é: Porventura não fizestes acepção de pessoas? É bom lembrar que Tiago era a autoridade eclesiástica principal, neste tempo, da igreja cristã de Jerusalém. Portanto, ele tinha respaldo o suficiente para fazer esta assertiva a qualquer outra autoridade religiosa, seja do cristianismo ou do judaísmo. Com isso, podemos pensar que nos trabalhos que ele dirigia e nas igrejas por ele supervisionadas não era permitido fazer distinção das pessoas pela sua classe social.
ENTRE VÓS MESMOS. Se a advertência é dirigida a um líder principal de uma sinagoga judaica, o apóstolo conhecia bem os costumes dos judeus, que não se permitia tratar um seguidor do judaísmo em detrimento de outro. Se a exortação é direcionada a um líder do cristianismo, isso é que não podia acontecer, até porque o cristianismo tem como base a prática do amor fraternal, tese essa que não é permitido se fazer discriminação de quem quer que seja, seja uma pessoa rica, ou seja ela pobre.
E NÃO VOS FIZESTES. Qualquer líder de uma religião que faz acepção de pessoas está fora da vontade de Deus, uma vez que, o próprio Deus não faz esse tipo de Coisa (Romanos 2:11). Deus trata os seres humanos com o bem e da melhor maneira possível. Da mesma forma, o querer do Criador é que nós, seres humanos consideremos a todos de igual modo, sem privilégios para uns nem descriminação para outros. O valor de alguém não pode ser determinado pelo que ela tem de riqueza.
JUÍZES. Ninguém tem o direito de se por como juiz e praticar injustiça. Quando alguém trata um pobre com desprezo pela sua condição social, está afrontando a justiça de Deus, ele que não faz acepção de pessoa. Se colocar na posição de juiz neste caso e querer estar acima do bem e do mal. É se achar o rei da cocada preta e Deus não aceita este tipo de coisa.
DE MAUS PENSAMENTOS? Espera-se de um líder religioso, que ele não seja preconceituoso no tocante a tratar as pessoas pela sua condição social. Na igreja de Cristo, os mais bem sucedidos economicamente não são melhores do que os de menores condições econômicas. Somos todos servos de Deus e irmãos uns dos outros.
sábado, 31 de outubro de 2015
Tiago 2:3
Tiago 2:3 - E atentardes para o que traz o traje precioso, e lhe disserdes: Assenta-te tu aqui num lugar de honra, e disserdes ao pobre: Tu, fica aí em pé, ou assenta-te abaixo do meu estrado.
E ATENDERDES PARA. Certamente o autor mira do principal da sinagoga judaica ou no dirigente das reuniões, se o seu pensamento está focado em um ajuntamento de judeus convertidos ao cristianismo. O intuito do escritor é combater aqueles líderes que fazem acepção de pessoas, e que põem em destaque aqueles que possuem mais condições financeiras ou que ocupam cargos importantes, em detrimento dos mais humildes e pobres economicamente. O líder que age assim não agrada a Deus.
O QUE TRAZ O TRAJE PRECIOSO. O evangelho nos ensina que Deus não faz acepção de pessoas. De forma que na igreja de Cristo, aquele que está dirigindo o trabalho do Senhor (Se é que o trabalho é de fato do Senhor) não pode dar prioridade aquelas pessoas que se vestem melhor do que os outros, porque são mais ricas economicamente ou porque ocupam posições de destaque perante a igreja. Infelizmente esta é uma dura realidade no meio das igrejas nos dias de hoje.
E LHE DISSERDES: ASSENTA-TE TU AQUI. Percebe-se que o apóstolo não poupa aqueles que fazem na igreja distinção dentre ricos e pobres, entre os humildes servos de Cristo e aqueles que têm funções elevadas na hierarquia da igreja. Ver-se na prática que, os primeiros lugares nos assentos das igrejas estão ocupados pelos que se acham dono do pedaço. Quem tem vez e vos são justamente aqueles que dão mais, e os primeiros lugares são ocupados pelos que pagam mais e se vestem melhor.
NUM LUGAR DE HONRA. A questão da acepção de pessoas dentro das igrejas é algo terrível, porque desonram aqueles que por méritos deviam ser honrados e colocam em destaque aqueles que são na realidade reprovados por Deus, mas aplaudidos pelos homens. Quando um rico ou que se acha poderoso da sociedade visita a igreja, o que esta a frente do culto o coloca em evidência com palavras de bajulação, mesmo que seja um prostituto e profano. Enquanto que, os servos de Deus são desprezados.
E DISSERDES AO POBRE. Chega o rico, o que ocupa lugar de destaque perante a sociedade e é exaltado pelos líderes cristãos. Mas, quando chega ao culto alguém que é pobre economicamente, mal é notado pelos principais da congregação. O dirigente de culto que age desta forma está fazendo acepção de pessoas, o que o texto reprova e principalmente o dono da igreja, que é Deus. O Senhor não se agrada disto.
TU, FICA AÍ EM PÉ. Essa é uma expressão usada pelo autor para representar o desprezo que é dado àqueles mais humildes que fazem parte do rebanho de Deus ou aqueles que fazem parte da sociedade, mas que são cidadãos comuns. Os mais simples do povo são descriminados até mesmo onde não devia que é na igreja de Deus. Fazer acepção de pessoas desta forma é não dá o devido valor ao ser humano.
OU ASSENTA-TE ABAIXO DO MEU ESTRADO. Já esta forma de apresentação aos que são mais humildes (visitantes ou mesmo membros do corpo de Cristo) representa a desvalorização da pessoa, seja quem for, pela sua posição social. O escritor usa tais expressões para proibir qualquer tipo de discriminação nos cultos, uma vez que diante de Deus, o valor de uma pessoa não é determinado pelo que ela possui.
E ATENDERDES PARA. Certamente o autor mira do principal da sinagoga judaica ou no dirigente das reuniões, se o seu pensamento está focado em um ajuntamento de judeus convertidos ao cristianismo. O intuito do escritor é combater aqueles líderes que fazem acepção de pessoas, e que põem em destaque aqueles que possuem mais condições financeiras ou que ocupam cargos importantes, em detrimento dos mais humildes e pobres economicamente. O líder que age assim não agrada a Deus.
O QUE TRAZ O TRAJE PRECIOSO. O evangelho nos ensina que Deus não faz acepção de pessoas. De forma que na igreja de Cristo, aquele que está dirigindo o trabalho do Senhor (Se é que o trabalho é de fato do Senhor) não pode dar prioridade aquelas pessoas que se vestem melhor do que os outros, porque são mais ricas economicamente ou porque ocupam posições de destaque perante a igreja. Infelizmente esta é uma dura realidade no meio das igrejas nos dias de hoje.
E LHE DISSERDES: ASSENTA-TE TU AQUI. Percebe-se que o apóstolo não poupa aqueles que fazem na igreja distinção dentre ricos e pobres, entre os humildes servos de Cristo e aqueles que têm funções elevadas na hierarquia da igreja. Ver-se na prática que, os primeiros lugares nos assentos das igrejas estão ocupados pelos que se acham dono do pedaço. Quem tem vez e vos são justamente aqueles que dão mais, e os primeiros lugares são ocupados pelos que pagam mais e se vestem melhor.
NUM LUGAR DE HONRA. A questão da acepção de pessoas dentro das igrejas é algo terrível, porque desonram aqueles que por méritos deviam ser honrados e colocam em destaque aqueles que são na realidade reprovados por Deus, mas aplaudidos pelos homens. Quando um rico ou que se acha poderoso da sociedade visita a igreja, o que esta a frente do culto o coloca em evidência com palavras de bajulação, mesmo que seja um prostituto e profano. Enquanto que, os servos de Deus são desprezados.
E DISSERDES AO POBRE. Chega o rico, o que ocupa lugar de destaque perante a sociedade e é exaltado pelos líderes cristãos. Mas, quando chega ao culto alguém que é pobre economicamente, mal é notado pelos principais da congregação. O dirigente de culto que age desta forma está fazendo acepção de pessoas, o que o texto reprova e principalmente o dono da igreja, que é Deus. O Senhor não se agrada disto.
TU, FICA AÍ EM PÉ. Essa é uma expressão usada pelo autor para representar o desprezo que é dado àqueles mais humildes que fazem parte do rebanho de Deus ou aqueles que fazem parte da sociedade, mas que são cidadãos comuns. Os mais simples do povo são descriminados até mesmo onde não devia que é na igreja de Deus. Fazer acepção de pessoas desta forma é não dá o devido valor ao ser humano.
OU ASSENTA-TE ABAIXO DO MEU ESTRADO. Já esta forma de apresentação aos que são mais humildes (visitantes ou mesmo membros do corpo de Cristo) representa a desvalorização da pessoa, seja quem for, pela sua posição social. O escritor usa tais expressões para proibir qualquer tipo de discriminação nos cultos, uma vez que diante de Deus, o valor de uma pessoa não é determinado pelo que ela possui.
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